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EDUCAÇÃO INFANTIL E EDUCAÇÃO CRISTÃ PARA CRIANÇAS



"Eu não tinha me dado conta de que havia tido o melhor sonho de toda a minha vida."

"Eu não tinha me dado conta de que havia tido o melhor sonho de toda a minha vida."
Sonho que tive sobre o arrebatamento da igreja de Cristo.

CRIANÇA DESAPARECIDA: JOÃO RAFAEL KOVALSKI, 2 anos.

CRIANÇA DESAPARECIDA: JOÃO RAFAEL KOVALSKI, 2 anos.
João Rafael Kovalski desapareceu do quintal da sua casa, em Adrianópolis, região metropolitana de Curitiba, estado do Paraná (BRASIL) no dia 24 de agosto do ano de 2013. Quem tiver alguma informação pode entrar em contato pelo telefone (41) 3224-6822, ou ainda, entre em contato com uma unidade da Polícia Federal ou envie e-mail para desaparecidos@dpf.gov.br.

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segunda-feira, 19 de janeiro de 2015

Móbile de Arco-Íris

Passo-a-passo

Máscara de Leão Para Imprimir

Passo-a-passo de cada estilo de máscara (Aqui)
Molde da máscara (Aqui)
Fonte: PiikeaStreet

Marcadores de Livros - Animais (Para Imprimir)

Baixar Aqui
Fonte: PiikeaStreet

Relógio de CD - Com Molde

Passo-a-passo (Aqui)
Molde (Aqui)
Fonte: Krokotak

Fábulas de Esopo - O Cachorro e Seu Reflexo

O questionamento não é um atributo do imprudente
O Sábio é sempre cauteloso...
Um cachorro, que carregava na boca um pedaço de carne, ao cruzar uma ponte sobre um riacho, de repente, vê sua imagem refletida na água.
Diante disso, ele logo imagina que se trata de outro cachorro, com um pedaço de carne maior que o seu.
Ele não pensa duas vezes, deixando cair no riacho o pedaço que carrega, e ferozmente se lançando sobre o animal refletido na água. Seu objetivo é simples, tomar do outro, aquela porção de carne que julga ter o dobro do tamanho da sua.
Agindo assim, ele acaba perdendo a ambos. Aquele que tentou pegar na água, por se tratar de um simples reflexo, e o seu próprio, uma vez que ao largá-lo nas águas, a correnteza acaba por levar para longe.
Moral da História:
É um tolo e duas vezes imprudente, aquele que desiste do certo pelo incerto.


Notas sobre O Autor:
Esopo, o mais conhecido dentre os fabulistas, foi sem dúvida um grande sábio que viveu na antiguidade. Sua origem é um mistério cercado de muitas lendas. Mas, pode ter ocorrido por volta do ano 620 A.C.
Várias cidades se colocam como seu local de nascimento, e é comum que o tratem como originário de uma cidade chamada Cotiaeum na província da antiga Frígia, Grécia.
Acredita-se que já nasceu escravo, e pertenceu a dois senhores. O Segundo, viria a torná-lo livre ao reconhecer sua grande e natural sabedoria. Conta-se que mais tarde ele se tornaria embaixador.
Em suas fábulas ou parábolas, ricas em ensinamentos, ele retrata o drama existencial do homem, substituindo os personagens humanos por animais, objetos, ou coisas do reino vegetal e mineral.
FONTE: Site de Dicas

Sugestão de Atividade
Dobradura de cachorro
Fonte: Como Fazer Origami

10 Maneiras de Jogar Amarelinha

Como funciona
Tem como base um caminho dividido em casas numeradas e riscado no chão com giz. Após jogar uma pedrinha em uma casa - em que não poderá pisar -, a criança vai pulando com um pé só até o fim do trajeto. Ao chegar, deve retornar, apanhar a pedrinha e recomeçar, dessa vez, atirando a pedra na segunda casa e depois nas seguintes até passar por todas. O participante que errar o alvo ou perder o equilíbrio passa a vez para outro. Existem inúmeras variações de denominações e formas de brincar pelo mundo. Macaca, avião, sapata, tô-tá, xadrez, boneca, casco e queimei são alguns dos nomes que a brincadeira recebe no Brasil. O trajeto pode ter formas diversas.

Origem
Gravuras mostram crianças brincando de amarelinha nos pavilhões de mármore nas vias da Roma antiga. Na época, o percurso carregava o simbolismo da passagem do homem pela vida. Por isso, em uma das pontas se escrevia céu e, na outra, inferno.

Por que propor
Para o grupo vivenciar diferentes formas de equilíbrio.

Como enriquecer o brincar
■ Ajude os menores a desenhar a amarelinha.
■ Planeje e apresente diferentes trajetos e jeitos de percorrê-los.
■ Peça que os pais ensinem os tipos de amarelinha comuns de sua infância.
■ Adapte as regras para os menores pularem com os dois pés para facilitar.

Os erros mais comuns
■ Ter um traçado fixo no chão do pátio. Desenhar os variados percursos faz parte da brincadeira.
■ Exigir que a turma siga as regras à risca e pule sem tocar as linhas do trajeto. Para os menores, já é um grande desafio coordenar os movimentos para saltar.
Fonte: Nova Escola
Retirado do Blog Escolúdica

Brincadeiras Infantis nas Aulas de Matemática

Na matemática, utilizar brincadeiras infantis como atividade freqüente significa abrir um canal para explorar idéias referentes a números de modo bastante diferente do convencional. Enquanto brinca, a criança pode ser incentivada a realizar contagens, comparações de quantidades, identificar algarismos, adicionar pontos que fez durante a brincadeira, perceber intervalos numéricos, isto é, iniciar a aprendizagem de conteúdos relacionados ao desenvolvimento do pensar aritmético. O brincar proporciona oportunidades de perceber distâncias, desenvolver noções de velocidade, duração, tempo, força, altura, além da geometria com suas noções de posição no espaço, de direção e sentido, discriminação visual, memória visual e formas geométricas. É muito importante estimular o registro pictórico depois das brincadeiras.
Eis algumas brincadeiras que poderemos explorar nas aulas de matemática.

1- Amarelinha: um diagrama riscado no chão que deve ser percorrido seguindo-se algumas regras estabelecidas. Desenvolve a noção espacial e auxilia diretamente na organização do esquema corporal das crianças.

  • Tradicional
  • Caracol ou rocambole
  • Orelha
  • Inglesa
  • Semana
2- Bola de Gude: Desenvolve a estruturação do espaço, a coordenação perceptivo-motora, o raciocínio numérico, a oralidade além de estimular os movimentos, proporcionar momentos de contagem e controle de números de bolinhas, classificações variadas e comparação de tamanho.

  • Tradicional: circulo onde são colocadas as bolinhas apostadas. Os alunos, atrás da raia rolam suas bolinhas em direção à ela. Aquele cuja bolinha chegar mais próximo da raia é quem começa o jogo. Este atira a “joga” (bolinha que não entra na aposta), em direção ao gude (circulo) com a finalidade de deslocar para fora, as bolinhas que estão dentro dele. Se a bolinha parar no meio do caminho passa a vez para o próximo colega e continua dali na próxima rodada. Se a bolinha parar no gude, o jogador sairá do jogo. Vence aquele que retirar o maior número de bolinhas do gude.
  • Largada: é jogado num quadrado de aproximadamente 1m de lado. Cada jogador tem uma “tecadeira” e deve colocar 5 bolinhas dentro do quadrado. O jogador fica em pé, fora do quadrado e atira sua tecadeira. Se o jogador conseguir tirar uma bola sem que sua tecadeira saia do quadrado, ele ganha a bolinha e continua jogando. Se a tecadeira sair do quadrado ele ganha a bolinha e passa a vez. Se não acertar nada o jogador fica com sua tecadeira
  • Box: traçar uma raia no chão e a 3 ou 4 passos dela, cavar 5 buracos em forma de cruz. Inicia o jogo quem, atirando uma bolinha chegar mais perto do buraco do meio. O objetivo do jogo é acertar os cinco buracos. Se conseguir, tem mais uma jogada, se não, passa a vez e recomeça de onde parou. Quando acertar todos os buracos, continua o jogo e tem o direito de tecar as bolinhas dos amigos. A bolinha tecada sai do jogo.
  • Estrela: desenha-se um estrela de seis pontas no chão e coloca-se uma bolinha em cada ponta e uma no meio.Desenha-se uma raia de onde os jogadores jogarão sua bolinha. O objetivo é tirar as bolinha da estrela. Cada bolinha que for retirada é ganha pelo jogador.
3 - Bola: auxiliam no desenvolvimento de habilidades como noção de espaço, tempo, direção sentido, identificação e comparação de formas geométricas (bola e circulo), contagem, comparação de quantidades, noção de adição.
  • Boliche: direção, impulso, força, coordenação viso-motora, noção de espaço.
  • Batata quente: concentração, percepção auditiva, e coordenação dos movimentos no ritmo e tempo em que a professora fala.
  • Alerta: o jogador que está com a bola grita um nome e joga a bola para cima. A crianças chamada deve pegar a bola e continuar a brincadeira. (percepção auditiva, agilidade e destreza)
  • Bola ao cesto: noção de direção, sentido, localização, contagem, comparação de quantidades.
  • Queimada
4- Corda: desenvolvimento do pensamento lógico-matemático através das relações espaço-temporais
  • Cabo de guerra: Neste jogo as crianças pensam sobre o número de participantes, na igualdade de força, divisão de equipes e noção de limite
  • Cobrinha: desenvolve noções de espaço e tempo.
  • Aumenta-aumenta: duas crianças seguram as pontas de uma corta e vão aumentando enquanto os colegas pulam. Desenvolve a noção de medida e espaço.
  • Chicotinho queimado. As crianças em circulo e uma no meio com uma corda sendo segurada por uma das pontas. Este vai rodar a corda tentando acertar os pés das demais que pulam para não serem atingidas. Saem quem for tocado pela bola. 
  • Zerinho: desenvolve a coordenação espaço-temporal (distancia velocidade e corrida). A criança deve passar pela corda sem ser tocado por ela.
5- Brincadeiras de perseguição: desenvolve a habilidade para resolver problemas, relações temporais, espaciais e numéricas e a avaliação de distância e velocidade – todas essas noções estão relacionadas a noções de números, medidas e geometria.
  • Coelho sai da toca
  • Barra manteiga: crianças divididas em dois grandes grupos, ficam frente a frente, sobre duas linhas paralelas, uma criança (o fugitivo) de um grupo vai até a outra equipe e bate na mão dos colegas, e mais fortemente na mão de um (o desafiado). Este corre atrás do fugitivo. O fugitivo estará salvo atrás de sua linha.
  • Mãe da rua: a mesma disposição do barra manteiga, só que agora um passa para o campo do outro pulando num pé só. A mãe da rua (a criança que vai pegar), tenta tocar as crianças durante o percurso. O perseguido passa a ser o perseguido.
  • Esconde-esconde: contagem, noção de adição e subtração (quantos já peguei? Quantos faltam pegar)

6 - Brincadeiras de roda: desenvolve a coordenação sensório-motora, educa o senso rítmico, desenvolve o gosto pela musica e disciplina emoções como timidez, agressividade e prepotência. Desenvolvem também as noções de tempo, de espaço, contagem e noção de par.
  • Se eu fosse um peixinho
  • Carneirinho carneirão
  • A canoa virou
  • Galinha do vizinho
  • Corre-cutia
7 - Outras brincadeiras
  • Elefante colorido: desenvolve principalmente a capacidade de observação.
  • Eu com as quatro: coordenação viso-motora. Noção de espaço, direção e força.
  • Paredão: coordenação motora, noção de direção, impulso, força, equilíbrio. Nessa brincadeira a criança joga a bola na parede pegando-a quando retorna, enquanto fala:

"Ordem, em seu lugar
Sem rir, sem falar
Um pé (elevar um pé)
Com o outro (eleva o outro pé)
Uma mão (inutilizar a esquerda)
A outra (inutilizar a outra)
Bate palmas
Piruetas
Trás e frente
Mãos em cruz
meu bom Jesus (mãos em posição de oração)"

Bibliografia recomendada:
Coleção “Matemática de 0 a 6” - Kátia S. Smole – Artmed
  • Brincadeiras Infantis nas aulas de matemática 
  • Resolução de problemas 
  • Figuras e formas
A matemática na Educação Infantil – A teoria da Inteligências múltiplas na prática escola- Kátia S. Smole
O ensino da matemática na Educação Infantil – C. Cerquetti
As cem linguagens das crianças – Gandinio e Forman

sábado, 17 de janeiro de 2015

Calendário Fofo 2015

clicar para salvar
Olá amigos(as)!!                                                   
O ano já começou e você ainda não tem um calendário fofo para sua sala? Pois a Boni Frati fez um para todos nós. Esse da imagem acima, rs. É só clicar e salvar quando abrir. Você pode ainda imprimir mês a mês acompanhando o blog da Boni Frati. Tem mais uma opção: imprimir o calendário de mesa (clicando aqui) e seguindo as orientações.
Fiquem com Deus!!

quinta-feira, 15 de janeiro de 2015

Sugestões de Atividades Complementares Para Educação Infantil 1

Para Jardim 1 ou Infantil 4 
(Faixa Etária 4 anos)
Linguagem                                                            
a) Elefantinho colorido
b) Letra “O” móvel feita com potinhos
c) Confeccionando instrumentos musicais
d) Um pintor brasileiro: Ivan Cruz
e) Coordenação visomotora
f) Vogais

a) Elefantinho colorido
Brincar de elefantinho colorido é uma forma divertida de estimular a percepção das cores e a atenção.
Diga aos alunos como funciona a brincadeira: cada vez que você disser “Elefantinho colorido”, eles devem perguntar: “De que cor?”. Quando você responder, todos devem segurar ou encostar em algo que seja da cor escolhida.
Aqueles que não encontrarem ou não conseguirem chegar até a cor devem sentar-se em uma cadeira ou cantinho previamente preparado para essa atividade, aguardando a próxima rodada.

b) Letra “O” móvel feita com potinhos
Peça a cada aluno que traga de casa cerca de dez potes de iogurte vazios e lavados (a atividade pode ser feita também com copos de café descartáveis).
A seguir, o passo a passo para você orientá-los:

  1. Usando uma tachinha, faça um furo no fundo de cada potinho.
  2. Comece passando o barbante pelo furo do primeiro potinho, de fora para dentro.
  3. Junte o segundo potinho, passando o barbante pelo furo, só que agora de dentro para fora, unindo abertura com abertura de cada potinho.
  4. Junte o terceiro potinho, passando o barbante pelo furo, só que agora de fora para dentro, unindo fundo com fundo de cada potinho.
  5. Faça o mesmo com todos os potes.
  6. No final, una as duas extremidades do barbante e dê um nó, formando a letra O.

Converse com os alunos sobre o resultado da atividade. Pergunte que letra eles formaram.
Se desejar, eles podem levar a atividade para casa e contar aos familiares sobre a letra que aprenderam.
Aproveite o momento e comente sobre a importância da sucata para realizar trabalhos bonitos, enfatizando o reaproveitamento desses materiais, geralmente descartados.

c) Confeccionando instrumentos musicais
Confeccionar instrumentos musicais utilizando sucata é uma boa forma de explorar sons com os alunos.
É também uma oportunidade de falar sobre a reciclagem de materiais do cotidiano.

Separe toda a sucata disponível: caixas, garrafas de plástico, grãos, tampinhas, latas, barbantes, potes de iogurte, pedrinhas, latas de refrigerante etc. Confira se todos os itens a serem utilizados estão vazios e limpos.
Conte aos alunos que esses materiais podem servir para construir instrumentos musicais diferentes, como chocalho, tambor, baquetas etc.

Esclareça, por exemplo, que é possível fazer um chocalho com uma lata e algumas sementes, grãos ou pedrinhas. Os sons dependerão do material utilizado; cada um resultará num tipo de som.
Você pode preparar, junto com os alunos, um chocalho feito com duas garrafinhas de plástico, duas latas de refrigerante ou dois potes de iogurte. Basta colocar o material escolhido em um dos recipientes, unir a boca de um com a do outro (garrafa com garrafa, latinha com latinha etc.) e colá-las com fita-crepe ou fita adesiva. Depois, é só enfeitar o instrumento com papel colorido, botões, tampinhas, lantejoulas, fitinhas...

Para fazer um tamborzinho, estique uma bexiga na boca de uma lata vazia e cole-a até que fique bem firme. É só batucar com os dedos em cima da bexiga e descobrir o som que esse instrumento faz.
Ajude a turma a montar os próprios instrumentos e a explorá-los depois de prontos, para descobrir os sons que cada um deles produz.

d) Um pintor brasileiro: Ivan Cruz
Mostre aos alunos a tela Pulando Corda III, do artista brasileiro Ivan Cruz. Converse com eles sobre a pintura explorando os elementos presentes na obra e a referência às brincadeiras de rua.
Estimule a expressão oral sobre as impressões e vivências relacionadas à cena representada.
No site do pintor – www.brincadeirasdecrianca.com.br – há outros trabalhos que podem ser apresentados à turma.
Obs.: Para tornar viável a atividade, sugere-se que esta imagem esteja disponível em um banco de imagens para ser impressa ou projetada de forma ampliada. Outro recurso seria um ícone que levasse direto à imagem.
Conte a eles um pouco da vida de Ivan Cruz com base no texto a seguir:

O artista
O artista plástico Ivan Cruz nasceu em 1947. Era morador do subúrbio do Rio de Janeiro e, quando criança, brincava na rua, subia em árvores, construía seus próprios brinquedos.
A memória desse tempo feliz da infância se transformou em uma obra artística com mais de 500 quadros e esculturas que retratam crianças brincando com pipas, piões, amarelinha, bola, boneca, corda e muito, muito mais...
Suas telas de cores fortes e variadas chamam a atenção das crianças, que se divertem junto aos adultos, que entram num verdadeiro “túnel do tempo” ao rever as gostosas brincadeiras. As imagens de Ivan Cruz podem ser vistas reproduzidas em vários objetos, tais como: camisetas, canecas, jogos etc.
O artista tem seu atelier na cidade de Cabo Frio, RJ, de onde saem seus trabalhos para viajar pelo Brasil e pelo mundo. Algumas de suas esculturas estão espalhadas por diversas praças do país.
LEITÃO, Mércia Maria; DUARTE, Neide. Folclorices de brincar.

e) Coordenação visomotora
Para estimular os alunos a desenvolver suas habilidades, proponha atividades práticas de coordenação visomotora, como:

  • pedir às crianças que façam movimentos com o dedinho sobre a carteira, no ar, em cartelas de lixa, na areia etc.;
  • desenhar traçados no chão e brincar de segui-los de várias maneiras: na ponta dos pés, andando, correndo, com as mãos na cabeça, de braços abertos, com um pé só, de joelhos, batendo palmas, marchando em ritmos variados etc.;
  • traçar linhas na lousa e no chão (retas, curvas, zigue-zague);
  • cobrir linhas tracejadas (retas, curvas, zigue-zague);
  • picar pedacinhos de papel para fazer “chuvinha” jogando-os para o alto;
  • rasgar tiras de jornal e utilizá-las para fazer perucas de alguns personagens (por exemplo, a de um palhaço);
  • fazer atividades de colagem com bolinhas de papel crepom ou papel de seda picado;
  • brincar de pular amarelinha;
  • brincar de pular corda;
  • fazer atividades de recorte e colagem com materiais de diferentes formatos e texturas;
  • pedir aos alunos que observem objetos na sala de aula e os reproduzam por meio de desenhos;
  • desmontar objetos, mostrar suas partes e montá-los novamente (exemplos: canetas, jogos de encaixe, quebra-cabeças);
  • montar um circuito de atividades corporais com desafios;
  • brincar de estátua estimulando os alunos a fazer diferentes movimentos e poses com o corpo;
  • narrar histórias de contos infantis para os alunos e deixar que eles as complementem;
  • dizer frases e pedir aos alunos que as repitam;
  • brincar de telefone sem fio;
  • vendar os olhos dos alunos para que reconheçam as vozes dos colegas ou os sons produzidos por objetos;
  • propor que cantem com voz aguda, grave e normal;
  • propor que imitem sons característicos, tais como os emitidos pelos animais, som de vento, chuva, mar etc.

Paralelamente, crie atividades de desenhos e brincadeiras que estimulem a orientação espacial e temporal, incluindo noções de:

  • direção, localização, posição e disposição no espaço;
  • sequência lógica;
  • lateralidade;
  • direção;
  • distância.

Quanto à percepção auditiva, leve os alunos a:

  • desenvolver o hábito de saber ouvir;
  • distinguir a ausência e a presença de sons;
  • discriminar sons quanto à intensidade (forte, normal e fraca);
  • discriminar semelhanças e diferenças do som no início e no fim de palavras;
  • desenvolver a memória auditiva, o ritmo e a pronúncia adequada das palavras;
  • participar das atividades com interesse.

Dessa forma, eles deverão atingir os seguintes objetivos:

  • ouvir e falar com atenção;
  • perceber e reconhecer sons;
  • acompanhar ritmos com movimentos corporais, por exemplo, palmas, batidas de pés no chão etc.;
  • discriminar sons iniciais e finais.

f) Vogais
Ao apresentar as vogais aos alunos, procure:

  • identificá-las pelo nome;
  • pronunciá-las claramente;
  • realizar os movimentos corretos do traçado de cada uma;
  • mencionar nomes de objetos que se iniciem com a vogal estudada;
  • mencionar nomes próprios de pessoas e lugares que comecem com a vogal estudada;
  • incentivar a participação do aluno.

Ao começar esse trabalho, destaque o som da vogal em estudo e relacione-o com a vogal inicial dos nomes dos alunos, despertando o interesse pela escrita de seu nome. 

Para estimular os alunos a desenvolver suas habilidades, proponha atividades práticas, como:

  • confeccionar fichas com a fotografia e o nome de cada aluno, e expô-las no mural da sala de aula no momento da chamada. Em seguida, colocá-las sobre a mesa ou no chão para cada um identificar a sua;
  • apresentar um objeto ou uma figura cujo nome comece com a vogal em estudo. Conversar sobre o objeto ou contar uma história bem movimentada relacionada a ele, a fim de despertar a atenção da turma;
  • repetir várias vezes a palavra-chave;
  • apresentar a letra estudada feita em lixa, esponja ou borracha e pedir aos alunos que a tateiem, orientando-os sobre os movimentos necessários para contorná-la;
  • fazer o traçado grande da vogal em papel pardo, cortiça ou cartolina. Os alunos deverão fazer bolinhas com folhas de revistas ou jornais e colar sobre o limite da letra. Em seguida, expor o resultado no mural;
  • organizar as crianças e criar situações utilizando as vogais. Por exemplo, quem tem a letra a no nome desenhará algo cujo nome se inicie com essa vogal e depois irá apresentá-la aos colegas; quem tem a letra o no nome deverá escrevê-la na lousa (revezar as letras e as tarefas durante o período da aula);
  • preparar um bingo de vogais;
  • preparar uma caixa com brinquedos e fazer uma gincana de “caça aos brinquedos”. Sortear uma letra e pedir aos alunos que procurem na caixa um brinquedo em cujo nome essa letra apareça;
  • sortear (ou combinar previamente com os alunos) quem será o “ajudante do dia”. Pedir a ele que coloque a ficha com seu nome em espaço reservado para essa finalidade.


Matemática                                                           
a) Brincadeira do caracol
b) Parlenda
c) Para cima e para baixo
d) Brinquedos com garrafas PET
e) Brincando de barra-manteiga
f) Brincando de duro ou mole
g) Quente ou frio
h) Jogo do tetracor
i) Coordenação visomotora
j) Cores
k) Tamanho
l) Quantidade
m) Espessura
n) Posição
o) Números de 0 a 10
p) Adição
q) Subtração

a) Brincadeira do caracol
Uma forma de trabalhar com os alunos o reconhecimento dos números e a noção espacial é propor uma atividade semelhante ao jogo da amarelinha: a brincadeira do caracol.
A principal diferença é que os dois pés nunca pisam no chão ao mesmo tempo. Assim, a habilidade do equilíbrio e a capacidade de lidar com regras também são estimuladas.
Leve-os ao pátio ou à quadra da escola. Use giz de lousa para traçar no chão o desenho do caracol.

Explique a brincadeira à turma. Para entenderem melhor, mostre como brincar.
Use uma pedrinha – ou um pequeno objeto – e coloque-a na primeira casa. Comece a pular a partir da casa seguinte, em um pé só, até chegar ao CÉU, onde poderá pisar normalmente com os dois pés. Quando concluir esse percurso, retorne ao ponto inicial e pegue a pedrinha de volta (ainda sem pisar com os dois pés no chão). Coloque a pedrinha na segunda casa, recomeçando a trilha a partir da terceira, e assim por diante, até que tenha jogado a pedrinha em todas as casas.
Esclareça que nenhum participante deverá pisar na linha da casa onde a pedrinha está nem se esquecer de pegá-la de volta. Se isso acontecer, será a vez de outro jogar.
O objetivo é conseguir passar por todas as casas sem errar.

b) Parlenda
Nesta atividade, leia a parlenda em voz alta explorando os versos com os alunos.
Em seguida, proponha que substituam as palavras “padeiro” e “travesseiro” por outras que também rimem com elas (pedreiro, ferreiro, tabuleiro, pesqueiro, maleiro etc.).

Quem é?
É o padeiro.
E o que quer?
Dinheiro.
Pode entrar
Que eu vou buscar
O seu dinheiro
Lá embaixo do travesseiro.
________________________________
Quem é?
É o pedreiro.
E o que quer?
Dinheiro.
Pode entrar
Que eu vou buscar
O seu dinheiro
Lá embaixo do maleiro.

Uma opção interessante é utilizar a parlenda em uma brincadeira de corda, na marcação dos pulos. Neste caso, a versão a seguir talvez seja mais adequada.

Delim, delim, delim
O padeiro já chegou.
Quantos pães você quer?
— Cinco (ou outro número).
— Um, dois, três, quatro,
cinco.
_________________________________
Delim, delim
O padeiro vem vindo.
Quantos pães você quer?
— Quatro (ou outro número).
— Um, dois, três, quatro.
O padeiro está na porta
Quantos pães você quer?
— Oito (ou outro número).
— Um, dois, três... oito.
Heylen, Jacqueline. Parlenda, riqueza folclórica: base para a educação e iniciação à música. 2. ed. São Paulo: Hucitec, 1991. p.196-197.

c) Para cima e para baixo
Esta atividade é sugerida para trabalhar as noções de direção e sentido.
Explique aos alunos que será confeccionada uma abelhinha voadora.
Enquanto eles desenham uma abelha em um pedaço pequeno de cartolina, separe copos descartáveis e palitos de churrasco sem ponta.
O fundo dos copos deve ser furado com o palito, de modo que seja possível movimentar a vareta através do furo.
Oriente-o a colar o desenho pronto da abelha na extremidade superior do palito.
Depois, é só encaixar a vareta no furo do copo e pedir a eles que façam a abelhinha “voar”, empurrando o palito para cima, ou “pousar”, empurrando o palito para baixo.

d) Brinquedos com garrafas PET
Antes de iniciar a atividade, converse com os alunos sobre a importância de reaproveitar materiais. Em seguida, diga-lhes que vão confeccionar um brinquedo com garrafas PET.
Conte que esse tipo de garrafa leva em média 400 anos para se decompor, e isso significa mais lixo ocupando espaço, sujando o meio ambiente.
Esclareça que as garrafas PET podem ser reutilizadas como matéria-prima na elaboração de muitos objetos diferentes. Na sequência, distribua o material e explique o que deverá ser feito.
Para construir um vaivém, por exemplo, você precisará de duas garrafas grandes (vazias e limpas) cortadas ao meio, barbante, rolinhos de papel higiênico e alguns pedaços de madeira.
Leve as garrafas previamente cortadas e ajude a turma a colar as metades superiores (gargalo) uma na outra, abertura com abertura, usando fita adesiva ou fita-crepe.
Em seguida, eles devem passar dois pedaços de barbante por dentro do vaivém, sem deixar que se cruzem. Acompanhe essa etapa, certificando-se de que os cordões estão sendo colocados corretamente.
Os rolinhos de papel higiênico serão usados como “freio” do brinquedo (esses rolinhos impedem que o brinquedo bata na mão da criança).
Passe o barbante também pelos rolinhos, um em cada extremidade, e amarre cada uma das pontas em madeirinhas (quatro pedaços de madeira com cerca de 20 centímetros de comprimento, encapados com papel).
Deixe que os alunos decorem o brinquedo e, depois, mostre como se brinca.
Se preferir montar um carrinho, faça dois furos em cada uma das laterais de uma garrafa PET pequena e peça aos alunos que encaixem uma vareta ou palito de churrasco sem ponta em cada furo (atravessando a garrafa).
Fure também quatro tampinhas plásticas, de modo que sirvam como rodas, solicitando à turma que as encaixem nas pontas das varetas. Por fim, ofereça diferentes materiais para que decorem o brinquedo.

e) Brincando de barra-manteiga
Geralmente, a brincadeira é muito importante no processo de desenvolvimento e socialização, uma vez que as crianças interagem com o mundo por meio dela.
Além do movimento, a atividade a seguir envolve concentração e atenção, possibilitando aos alunos que testem seu potencial e conheçam seus limites.
Para realizar esta atividade, leve-os ao pátio ou à quadra da escola.

Organize-os em dois grupos, deixando um de frente para o outro, enfileirados (a uma distância de aproximadamente 10 passos).
Um dos participantes do grupo A irá até o grupo B, no qual os alunos devem estar cada qual com um dos braços esticados à frente do corpo e a respectiva mão aberta, para o colega tentar bater.
O aluno que receber o toque correrá atrás daquele que bateu em sua mão, tentando pegá-lo antes que retorne ao outro grupo.
Se conseguir pegá-lo, levará esse colega para o próprio grupo e se tornará o próximo batedor.
Se não conseguir, passará a fazer parte do grupo adversário, e o colega continuará jogando.
Ganha a equipe que ficar com todas as crianças.

f) Brincando de duro ou mole
Esta atividade é uma maneira de tornar lúdico o aprendizado sobre os conceitos deduro e mole trabalhados em sala de aula.
Deve ser realizada no pátio ou na quadra da escola.

Primeiro, pergunte se algum aluno já conhece a brincadeira e quer explicá-la para a turma.
Se não houver voluntários, explique a eles que duro ou mole é um jogo de pega-pega, mas com algumas particularidades. Quando o pegador tocar alguém, deverá dizer “duro”, e o aluno que foi pego ficará imóvel até ser tocado pelo “salvador”, que dirá “mole”.
Quando alguém for capturado mais de duas vezes, deverá se sentar e aguardar a próxima rodada para voltar ao jogo.
Converse com eles investigando se conseguem associar a dureza à imobilidade e a moleza ao movimento.

g) Quente ou frio
Para trabalhar com os alunos os conceitos de quente ou frio, que tal levar a turma à cozinha, cantina ou refeitório da escola, organizando uma degustação de alimentos que são consumidos quentes e alimentos que são consumidos frios? Por exemplo: sorvete, iogurte, chá, sopa...
Se não for possível sair da sala de aula, cuide para que o ambiente esteja organizado e limpo antes e depois da atividade.
Outra sugestão: proponha a brincadeira está quente, está frio. Primeiro, peça que fechem os olhos enquanto você esconde algum objeto predeterminado na sala de aula.
Ao seu sinal, eles deverão abrir os olhos e procurar o objeto escondido. Cada aluno deve perguntar a você: “Está quente?”, “Está frio?”.
De acordo com a distância desse aluno em relação ao objeto escondido, responda: “Está quente”, “Está muito quente”, “Está pelando” ou “Está frio”,“Está muito frio”,“Está congelando”.

h) Jogo do tetracor
O jogo do tetracor é vendido em lojas de brinquedos pedagógicos, mas também pode ser confeccionado por você. Ele ajuda a aprimorar a percepção visual e a concentração dos alunos, além de desenvolver o raciocínio lógico-matemático.
Veja a seguir como elaborar as peças.

Com os alunos, confeccione os quadrados, todos eles divididos em quatro triângulos de cores diferentes.
O objetivo é montar um quadrado maior com base nesses quadrados menores, combinando cores iguais – azul com azul, verde com verde, amarelo com amarelo etc. –, como se fosse um dominó de cores, porém com mais de um lado para combinar ao mesmo tempo.
Diga aos alunos que devem realizar essas combinações de cor, mostrando a eles como fazê-las.
De acordo com o desenvolvimento da turma, podem ser adicionadas mais peças, aumentando assim o grau de dificuldade da atividade.
A seguir, apresentamos um modelo de tetracor que pode ser copiado, ampliado e oferecido aos alunos para que pintem e recortem.


i) Coordenação visomotora
Para estimular os alunos a desenvolver suas habilidades, proponha atividades práticas de coordenação visomotora, como:

  • traçar caminhos e labirintos para eles se localizarem no espaço dado: primeiro, deverão contorná-los com o dedo e, depois, com o lápis, a fim de controlar os limites de sua escrita;
  • andar em caminhos riscados no chão ou sobre cordas;
  • explorar o conceito de semelhanças e diferenças entre objetos e figuras;
  • distribuir uma quantidade de material variado para ser explorada durante alguns minutos e dizer: “Vamos colocar nesta caixa somente objetos da cor X”; “Vamos construir objetos somente com peças de mesma cor”;
  • formar grupos e distribuir material de sucata, de maneira que haja materiais iguais e diferentes em cada grupo. Depois, propor ao grupo que “junte os iguais”;
  • providenciar figuras iguais e diferentes de flores, animais, objetos, pessoas etc. Deixar que os alunos as explorem livremente. Depois, mostre-lhes algumas figuras e pergunte-lhes quem tem outra figura igual;
  • escolher uma posição e pedir que o imitem (jogos imitativos).

j) Cores
Para introduzir esse tema, peça aos alunos que reconheçam e identifiquem as cores apresentadas.
Proponha atividades como:

  • trabalhar uma cor de cada vez;
  • mostrar vários objetos e figuras da cor em estudo;
  • fazer um círculo e pedir aos alunos que coloquem no centro objetos da cor escolhida;
  • dizer o nome da cor em estudo e pedir que, ao apresentar um objeto da cor específica, batam palmas;
  • pedir que se agrupem segundo a cor de alguma peça de roupa que estejam usando, por exemplo, todas as crianças com meias amarelas devem fazer uma roda;
  • solicitar às crianças que se agrupem de acordo com a cor de que mais gostam;
  • fazer um desenho utilizando apenas determinada cor;
  • ler uma história para os alunos e chamar a atenção deles para as cores das imagens que há no livro;
  • conversar sobre as cores e os sentimentos que elas despertam em cada um;
  • montar duas mesas de pintura; cada uma deve ter duas cores primárias, para que as crianças as misturem e produzam uma terceira cor. Por exemplo, ofereça tinta azul e amarela ou vermelha e amarela para que resultem em verde e laranja, respectivamente;
  • descobrir a cor preferida dos colegas por meio de dicas;
  • pedir que procurem objetos de determinada cor na sala de aula;
  • identificar tonalidades diferentes de cada cor em livros, revistas etc.

k) Tamanho
Utilize diversos objetos para estabelecer comparações relativas a tamanho. Veja a seguir alguns exemplos de atividades:

  • Pedir aos alunos que comparem e classifiquem objetos e figuras de acordo com o tamanho.
  • Solicitar a eles que relacionem figuras de tamanhos diferentes, destacando a menor e a maior.
  • Levar uma fita métrica para a escola, medir os alunos e anotar as medidas. Repetir a atividade depois de alguns meses e comparar os resultados.
  • Comparar o tamanho dos objetos da sala de aula, por exemplo, mostrar o quanto a lousa é maior que a carteira ou o apagador é menor que a cadeira.

l) Quantidade
Proponha atividades como:

  • encher e esvaziar recipientes de tamanhos e capacidades diferentes com água, areia, cereais, botões, brinquedos, tampinhas etc.;
  • trabalhar com material concreto (botões, canudos, palitos, lápis, tampinhas, caixinhas etc.), pedindo aos alunos que, por exemplo, coloquem muitas tampinhas dentro da caixa; apanhem poucos lápis; encham um copo etc.;
  • separar quantidades diferentes de dois materiais e pedir que as comparem. Trabalhar com as hipóteses das crianças sobre os conceitos de mais, menos, muito, pouco;
  • interpretar situações relacionadas às capacidades dos recipientes, identificando aqueles que podem conter mais ou menos elementos.

m) Espessura
Para trabalhar esse tema, organize, com a participação dos alunos, uma exposição de diversos objetos, que deverão ser de espessuras variadas.

n) Posição
O objetivo na introdução desse conceito é fazer com que os alunos consigam distinguir, com base em um ponto de referência, diferentes posições no espaço.
Proponha atividades como:

  • desenhar na lousa a figura de uma bola e pedir aos alunos que desenhem outras figuras, de acordo com sua indicação, por exemplo: “Júlio, desenhe uma peteca perto da bola”; “Maria, desenhe uma pipa ao lado da bola” etc.;
  • brincar de estátua perguntando: “Quem ficou parado de frente para a lousa?”; “Quem ficou de costas?” etc.;
  • brincar de siga o mestre imitando posições diversas, por exemplo, braços para cima, braços para baixo etc.

o) Números de 0 a 10
Proponha atividades como:

  • cantar músicas que envolvam números;
  • trabalhar quantidades com material concreto;
  • confeccionar cartelas com o número em estudo, cortado e colado em lixa ou esponja, e pedir que passem o dedo seguindo as direções corretas da escrita;
  • traçar pausadamente na lousa, com letras grandes e legíveis, o número em estudo;
  • montar um cartaz associando número e quantidade;
  • identificar e escrever os números de 0 a 10.

p) Adição
Proponha atividades como:

  • confeccionar o sinal de + em espuma ou cartolina e deixar os alunos manuseá-lo;
  • utilizar materiais concretos, como canudinhos, palitos e tampinhas, para explorar os conceitos de adição;
  • contar quantas meninas e quantos meninos há na sala de aula separadamente, formando dois grupos. Depois, somar os dois grupos para saber o número total de alunos;
  • interpretar e resolver situações-problema envolvendo a ideia de adição com totais até 9.

q) Subtração
Proponha atividades como:

  • utilizar sucata para fazer contas. Pedir ao aluno que retire um elemento do conjunto e pergunte-lhe: “Quantos restam?”; “Se tirarmos mais um, quantos restarão?”;
  • confeccionar um cartaz para anotar, diariamente, quantos alunos faltaram e quantos vieram à escola;
  • formar um grupo de alunos e distribuir um lápis para cada um do grupo. Perguntar em seguida: “Sobraram lápis?”; “Sobraram crianças?”. Formular outras perguntas que levem os grupos a desenvolver o conceito de subtração.

Natureza e Sociedade                                           
a) Explorando os cinco sentidos
b) Visão e audição
c) Paladar
d) Olfato
e) Tato
f) Estabelecer relações entre os sentidos
g) Diferentes sensações
h) Alimentação
i) Teatro
j) Brincando com os nomes
k) Paisagens
l) Receita para colorir areia
m) Bandeira do Brasil
n) Os dias e as noites
o) Os seres vivos e os seres sem vida
p) As plantas
q) Os animais
r) O corpo humano
s) A família
t) A casa
u) A escola
v) Os meios de comunicação
w) Os meios de transporte
x) O trânsito

a) Explorando os cinco sentidos

um espaço tranquilo, organize os alunos em uma roda de conversa. Chame a atenção deles para a relação entre o corpo e o ambiente. Esclareça que os olhos, a língua, o nariz, as orelhas e a pele nos ajudam a perceber e sentir aquilo que nos cerca.
b) Visão e audição
Conte uma história e utilize materiais que ilustrem o que está sendo dito, explorando a visão e a audição dos alunos. Se a narrativa mencionar um cavalo, você pode bater um objeto no chão imitando o som de um cavalo trotando; se falar sobre chuva, você pode imitar o barulhinho da chuva e alguns trovões, sempre pedindo que observem os estímulos recebidos e comentem: “Ouvimos o som com as orelhas”, “Percebemos as cores com olhos” etc.
Ao término da narrativa, retome o bate-papo do início, enfatizando que os órgãos dos sentidos possibilitam ao corpo interagir e se comunicar com o mundo.

c) Paladar
Para aguçar o sentido do paladar, disponibilize pequenas porções de alimentos variados – doces, azedos, salgados e amargos – para que os alunos (um a um, de olhos vendados) os identifiquem, descrevendo o que sentem. A degustação pode ser feita com pazinhas de sorvete ou colheres descartáveis.
Pergunte como conseguiram perceber os sabores e de qual deles mais gostaram.

d) Olfato
Para aguçar o sentido do olfato, separe materiais como pasta de dentes, terra molhada, perfume, sabonete etc. Realize a atividade com um aluno de cada vez, pedindo que, de olhos vendados, identifique o cheiro e diga como o reconheceu. Tome o cuidado de manter uma distância segura entre o aluno e os materiais oferecidos. Explore a ideia de memória olfativa.

e) Tato
Para aguçar o sentido do tato, separe objetos feitos com diferentes tipos de material: plástico, madeira, papel, metal etc. Em seguida, coloque uma venda nos olhos de um dos alunos e peça a outro que toque o braço do colega com um dos objetos disponíveis.
Depois, repita a atividade pedindo ao mesmo aluno, ainda vendado, que pegue o objeto com as mãos. Solicite que descreva a experiência, verificando se ele menciona ser mais fácil identificar o objeto ao tocá-lo com as mãos.
Nesta atividade, o mais importante não é adivinhar qual é o objeto, e sim descrever as sensações que ele oferece (áspero, macio, liso, frio, quente, duro, mole etc.).

f) Estabelecer relações entre os sentidos
Enfileire copos de vidro transparente contendo água, água com açúcar, água com sal e água com suco de limão.
Peça aos alunos que, à distância, identifiquem o conteúdo de cada copo usando apenas os olhos, o que será bastante difícil. Depois, usando apenas o olfato. Em seguida, deixe que provem as substâncias e pergunte se o gosto auxilia a identificação delas.
Conclua a atividade conversando com eles sobre a importância da relação entre os sentidos e como cada um deles supre o que falta no outro.
Observação
Se houver algum aluno com necessidades especiais (ou se desejar abordar esse assunto), é possível ampliar o tema.
Questione-os: “Na ausência ou diminuição de um dos sentidos, como acontece a percepção do ambiente?”.
Faça uma roda de conversa, aproveitando para esclarecer as dúvidas a esse respeito.

g) Diferentes sensações
Para trabalhar texturas, uma boa opção é montar painéis de cartolina. Cole pedaços de algodão, papel-alumínio, lixa, esponja de limpeza, retalhos de pano e outros materiais, formando superfícies diversas, que os alunos possam tocar. Solicite-lhes que descrevam as sensações.
Outra atividade interessante é pedir que rabisquem, suavemente, uma folha de papel. Em seguida, coloque uma lixa sob outra folha, solicitando que passem o giz de cera sobre ela, com bastante força dessa vez. Ao final, diga à turma para tocar as duas folhas, relatando as diferenças entre ambas.
Além da textura, o tato permite reconhecer temperaturas distintas. Separe recipientes nos quais os alunos possam mergulhar as mãos e sentir: cubos de gelo, água morna, água em temperatura ambiente. Converse com eles a respeito da experiência.

h) Alimentação
Em uma roda de conversa, fale com os alunos sobre os diferentes tipos de alimentos, explicando que todos são necessários, em quantidades distintas, para manter a saúde de nosso corpo. Esclareça que cada um tem uma função: uns, como as frutas e os legumes, servem para nos proteger de doenças e manter o bom funcionamento do organismo; outros, como o arroz, o feijão e os cereais, são a fonte da força e da energia de que precisamos para viver, crescer e trabalhar; outros, como o leite, o queijo e os iogurtes, fortalecem os ossos e os dentes; outros, ainda, como a carne, o peixe e os ovos, são uma importante fonte de proteínas para o corpo.
A fim de tornar lúdico esse aprendizado sobre a alimentação, que tal realizar uma oficina de culinária? Para fazer uma salada de frutas, disponibilize frutas previamente higienizadas para que os alunos cortem-nas em pedaços pequenos utilizando utensílios plásticos. Depois, devem arrumar as frutas picadas em uma tigela e espremer suco da laranja ou de outra fruta. A mesma atividade pode ser feita com legumes e verduras para preparar uma salada.
Outra opção é construir um jogo da memória com a turma utilizando imagens de alimentos saudáveis encontradas em revistas e folhetos de supermercados.
Conte a eles a história Amanda no país das vitaminas, de Leonardo Mendes Cardoso (Editora do Brasil), que relata a história de uma menina que não gostava de comer frutas e legumes, mas adorava guloseimas empacotadas, com corante e gordura. Até que um dia ela caiu no gavetão da geladeira e descobriu o valor das vitaminas e a energia que elas fornecem a nosso corpo.

Sugestão de leitura complementar: Amanda no país das vitaminas, de Leonardo Mendes Cardoso.

i) Teatro
Para realizar esta atividade, confeccione com os alunos duas máscaras feitas com E.V.A. ou cartolina, uma que represente o Sol e outra que represente a Lua. Eles poderão enfeitá-las livremente.
Converse com os alunos sobre o dia e a noite. Explore as diferenças entre as ações realizadas no período diurno e as ações realizadas no período noturno, deixando-os expressarem livremente o que fazem nesses dois momentos do dia.
Em seguida, organize a turma para a dramatização da rotina. De manhã, por exemplo, eles acordam, escovam os dentes, tomam banho, trocam de roupa, alimentam-se, brincam, vão à escola... O que mais? À noite, o que eles fazem antes de dormir? Eles deverão colocar as máscaras de acordo com o momento do dia que será representado.

j) Brincando com os nomes
Reconhecer a grafia do próprio nome ajuda o aluno a estabelecer um vínculo com ele, descobrindo, dessa forma, algumas das funções da escrita, como representar e identificar. Além disso, ajuda na construção de sua identidade.
Antes de tudo, verifique se eles sabem qual é a primeira letra de seus nomes. Chame um a um e diga palavras que também comecem com aquela letra, pedindo que pensem em outras. Por exemplo: Bruna começa com que letra? (Tempo para responder). Banana, barco, beleza também começam com a letra b. Que outras palavras começam com a letra b?

Prepare cartões com o nome completo de cada um. Chame um aluno, dê o cartão correspondente a ele e pergunte, por exemplo: “Quantas letras tem seu nome completo?”,“Você sabe qual é a primeira letra?”,“E a última letra, você sabe qual é?”. Explore tudo o que a turma conseguir identificar.
Se possível, confeccione cartões de modo que as letras tenham texturas. Solicite aos alunos que passem o dedo por cima delas prestando atenção ao formato de cada letra. Depois, recolha os cartões, embaralhe-os bem e peça que, um de cada vez, encontre o cartão com o respectivo nome.

Outras atividades com cartão
O cartão com o nome de cada aluno pode ser aproveitado de muitas maneiras.
Escolha um dos cartões aleatoriamente e mostre-o para a turma. Descreva as características físicas do dono. Os alunos devem identificar quem é ele.
Escreva o nome de todos os alunos na lousa e peça que, um a um, risquem o nome que pertence a eles, comparando-o com o nomeescrito no cartão.
Separe os cartões por fileira, colocando o monte referente a cada fila na primeira mesa. Cada aluno deverá pegar o próprio cartão e passar os outros para trás.
Embaralhe os cartões. Cada aluno deverá pegar um deles e entregar ao respectivo dono.

k) Paisagens
Converse com os alunos sobre os diferentes tipos de paisagens, chamando a atenção para o fato de que todos os lugares um dia foram paisagens naturais. Conte que a necessidade de consumir água levou as primeiras comunidades a morar perto dos rios, para plantar, cuidar da higiene e manter suas condições de vida.
Desde então, o ambiente natural foi alterado muitas vezes. A construção das cidades e o aumento da população destruíram grande parte da natureza, o que trouxe problemas diversos, como o desmatamento, a poluição e o aquecimento global.
Sensibilize a turma para a necessidade de preservar o meio ambiente e os recursos naturais.

l) Receita para colorir areia
Para o Dia Mundial do Meio Ambiente (5 de junho), sugere-se a atividade de colar raspas de lápis de cor e areia colorida em uma árvore desenhada pelos alunos. Esta atividade pode ser realizada em dupla.

Para colorir areia, indicamos a receita a seguir:
Será necessário usar 1 peneira, 6 sacolas plásticas, 6 corantes para comida (um de cada cor), papel-toalha, água e areia.
Modo de fazer
Coloque a peneira na boca de cada sacola e despeje a areia. Assim você eliminará qualquer tipo de impureza, como pedrinhas ou conchas.
Adicione algumas gotas do corante (use um corante diferente em cada sacola).
Acrescente um pouco de água, mas não muita, para que os grãos absorvam completamente a cor.
Em seguida, feche a sacola e mexa-a, de modo que o material fique completamente colorido. Deixe descansar durante meia hora.
Passado esse tempo, coloque o conteúdo sobre papel-toalha e deixe secando durante um dia. Depois, é só usar.

m) Bandeira do Brasil
Para comemorar o Dia da Independência, trabalhe com os alunos o significado das cores e dos elementos da bandeira.
Comente que, no início, as cores representavam as famílias reais ascendentes de D. Pedro I, idealizador da Bandeira do Império.
O verde das matas, o branco da paz, o azul do céu e o amarelo do ouro são interpretações que vieram depois.
Diga que as estrelas simbolizam os estados do país e, por isso, mudaram de número ao longo do tempo, com o acréscimo de novos estados. A versão atual da Bandeira Nacional, com 27 estrelas, entrou em vigor em 11 de maio de 1992, com a inclusão de mais quatro estrelas representando os estados do Amapá, Tocantins, Roraima e Rondônia.
A posição das estrelas na esfera azul, por sua vez, corresponde ao céu do Rio de Janeiro visto no dia 15 de novembro de 1889.
Por fim, a faixa branca é o espaço destinado à inscrição: Ordem e Progresso.

n) Os dias e as noites
Ao introduzir os primeiros conceitos de natureza, você deverá estimular a curiosidade dos alunos em relação aos fenômenos naturais. Inicialmente, o estudo dos dias e das noites deverá alcançar os seguintes objetivos:

  • aguçar a curiosidade dos alunos e fazer com que adquiram a habilidade de procurar respostas para suas perguntas;
  • adquirir noções de tempo;
  • distinguir o dia da noite;
  • discriminar atividades diurnas e noturnas.

Proponha atividades como:

  • pedir a eles que observem a sombra produzida pela luz do sol e perguntar como acreditam que as sombras se formam;
  • investigar com eles as possibilidades de a sombra se formar em decorrência da luz artificial ou do sol;
  • solicitar que elaborem cartazes representando o dia e a noite. Por exemplo, ilustrar um passeio realizado durante o dia e outro à noite.

o) Os seres vivos e os seres sem vida
Proponha atividades como:

  • levar os alunos até o pátio, o jardim ou a horta da escola e pedir que observem os seres vivos do ambiente. Depois, na sala de aula, montar uma lista com o nome desses seres;
  • pesquisar em revistas, jornais, gibis etc. imagens de seres vivos e colá-las em uma folha de papel kraft, que, depois, poderá ser exposta no mural da sala de aula.
  • levar para a sala de aula alguns seres sem vida – por exemplo, areia, pedra, ferro etc. – para que os alunos possam sentir sua textura;
  • desenhar seres sem vida criados pelo homem, por exemplo, carteira, cadeira, lousa etc.;
  • pedir que observem em suas casas os seres vivos e os seres sem vida. Organizar na sala de aula uma roda de conversa para que revelem o que descobriram por meio da observação;
  • montar um cartaz com duas colunas: em uma delas, escreva “Seres vivos” e, na outra, “Seres sem vida”. Pedir aos alunos que colem figuras, previamente selecionadas, de acordo com essa classificação.

p) As plantas
Proponha atividades como:

  • plantar algumas espécies em um canteiro e acompanhar seu crescimento empregando os cuidados necessários;
  • plantar feijões no algodão e, diariamente, relatar o desenvolvimento deles;
  • organizar um passeio pela escola, para que os alunos observem as várias espécies de plantas. Chamar a atenção deles para as plantas grandes, altas, as que dão flores, frutos etc.;
  • mostrar-lhes quais são as partes elementares de uma planta;
  • trabalhar com quebra-cabeças de figuras relacionadas a plantas (árvores, flores, frutos etc.);
  • trabalhar com fotografias de plantas pedindo aos alunos que agrupem as que apresentarem características semelhantes.

q) Os animais
Proponha atividades como:

  • distinguir diferentes tipos de animais por meio de suas características físicas;
  • fazer uma lista com o nome dos animais de estimação que os alunos têm em casa e montar um gráfico simples com a quantidade encontrada de cada um;
  • organizar uma roda de conversa para eles discutirem os cuidados que devem ser dispensados aos animais domésticos;
  • identificar como os animais vivem, seu hábitat, sua alimentação, como se reproduzem, como se locomovem, tipo de revestimento do corpo etc.;
  • diferenciar os animais domésticos dos silvestres, os úteis dos nocivos;
  • montar um painel com imagens de animais ameaçados de extinção;
  • promover uma visita ao zoológico;
  • contar histórias em que os personagens principais sejam animais;
  • contar histórias utilizando fantoches, máscaras ou fantasias de animais;
  • criar jogos imitativos, por exemplo, imitar o salto do sapo e do canguru, o nado do peixe e do pato etc., ou adivinhar o animal que está sendo imitado pelo colega;
  • modelar animais com massinha.

r) O corpo humano
Proponha atividades como:

  • cantar com a classe músicas que mencionam partes do corpo, acompanhadas de mímicas;
  • relacionar partes do corpo às peças do vestuário e aos objetos de uso pessoal;
  • trabalhar com espelho propondo aos alunos que observem o próprio corpo e façam comentários sobre as partes que o compõe e demais características físicas;
  • direcionar atividades para que as diferenças sejam valoradas.

s) A família
Proponha atividades como:

  • conversar com os alunos sobre a família: os elementos que a compõem, seus nomes, o que fazem, do que gostam etc.;
  • pedir-lhes que tragam fotografias ou façam desenhos de pessoas da família para organizar um mural;
  • comparar as famílias abrindo espaço para que as crianças percebam as semelhanças e as diferenças entre cada família e seu modo de viver;
  • conversar sobre os papéis desempenhados pelos membros da família (por exemplo: Os adultos cuidam das mesmas coisas? O que os filhos fazem?);
  • fazer um mapa com imagens dos lugares onde os alunos gostam de passear com os pais;
  • discutir a importância da família.

t) A casa
Proponha atividades como:

  • desenhar a própria casa;
  • identificar as dependências da casa e os objetos específicos de cada uma;
  • montar a maquete de uma casa fazendo os móveis e utensílios com materiais reutilizáveis (palitos de fósforo ou de sorvete, tampinhas, caixas etc.);
  • conversar sobre os cuidados que devemos ter com nossas casas;
  • dramatizar as tarefas da casa (cuidar para que todos possam experimentar diferentes papéis durante a brincadeira);
  • discutir a importância e a utilidade da moradia na vida das pessoas.

u) A escola
Proponha atividades como:

  • observar e desenhar a escola;
  • identificar as atividades vivenciadas na escola;
  • conhecer os diferentes ambientes da escola (visitar as instalações com as crianças explicando-lhes para que serve cada ambiente);
  • identificar e valorizar as pessoas que nela trabalham para seu bom funcionamento, como o diretor, o servente, os professores etc. (apresentar-lhes os funcionários e explicar-lhes a atividade que cada um realiza);
  • identificar os materiais que usamos na escola e a utilidade de cada um;
  • conversar com as crianças sobre o lugar de que mais gostam na escola e perguntar-lhes qual deles poderia ser diferente;
  • fazer uma maquete simplificada da escola com blocos de construção;
  • conversar sobre os cuidados que devemos ter para que o espaço escolar fique sempre limpo e arrumado (por exemplo: guardar os brinquedos depois de brincar, jogar o lixo da lixeira, usar os materiais de maneira adequada);
  • conversar sobre o que é escola e a importância do estudo para as pessoas.

v) Os meios de comunicação
Proponha atividades como:

  • pedir aos alunos que citem os nomes dos meios de comunicação que conhecem (você pode escrever os nomes na lousa e, em seguida, solicitar que desenhem as figuras correspondentes a cada nome);
  • montar um cartaz com imagens de meios de comunicação;
  • propor que pesquisem qual é o meio de comunicação mais utilizado pelos membros da família;
  • construir, com eles, um telefone de latinhas (de molho de tomate) ou de copos plásticos ligados por um barbante. Eles podem pintar o brinquedo para personalizá-lo;
  • propor a brincadeira de telefone sem fio: dispor os alunos sentados em círculos; depois um aluno cochicha algo na orelha do colega ao lado, e assim sucessivamente até o último, que em voz alta diz o que ouviu;
  • discutir a função e a importância dos meios de comunicação.

w) Os meios de transporte
Proponha atividades como:

  • pedir aos alunos que citem os principais meios de transporte que conhecem;
  • relacionar figuras de meios de transporte diferenciando os marítimos, os aéreos e os terrestres, e montar um painel na sala de aula;
  • propor que pesquisem qual é o meio de transporte mais utilizado pelos membros da família;
  • modelar com massinha alguns meios de transporte (respeite a espontaneidade dos alunos deixando-os fazer suas peças livremente);
  • propor que façam fila, formando um trenzinho, e oriente o ritmo do movimento do trem acompanhando uma canção;
  • reproduzir movimentos e sons de carro, motocicleta, avião etc., enquanto andam livremente pela sala de aula;
  • discutir a utilidade e a importância dos meios de transporte.

x) O trânsito
Proponha atividades como:

  • identificar e mostrar aos alunos os principais sinais e as regras de trânsito;
  • propor que pesquisem quais sinais de trânsito eles podem ver no trajeto de casa à escola;
  • montar um semáforo com materiais reutilizáveis, apresentando ao aluno o significado de das cores dele para carros e pedestres;
  • simular um passeio no pátio da escola utilizando faixas de pedestres riscadas no chão e um modelo de semáforo.

O objetivo é verificar como os alunos se comportam para “atravessar a rua” e orientá-los.
Fonte: Portal da Educação

Sugestões de Atividades Complementares Para Maternal 2

Para Maternal 2 
(Faixa Etária 3 anos)

a) Crachás
b) O que é verdadeiro ou falso sobre o conto “Cachinhos Dourados e os três ursos”?
c) Pegada na argila
d) Plantando feijão
e) Conversando sobre o circo
f) Animais que vivem no fundo do mar
g) Animais do Brasil
h) Brincando de adivinhar
i) Povos indígenas
j) Amigo-secreto

a) Crachás
Para a confecção dos crachás, disponibilize para os alunos materiais como canetinha, lápis de cor e giz de cera.
A participação deles nesta atividade é muito importante, pois, para muitos, será o primeiro contato com a escrita do nome.
Sugerimos que cada um deles seja chamado à mesa do professor. Na presença de cada um, escreva o nome dele no crachá, pedindo que observe o “desenho” de cada letra, os movimentos de sua mão e também a direção da escrita. Só então o crachá deve ser entregue a esse aluno para ser enfeitado.

b) O que é verdadeiro ou falso sobre o conto “Cachinhos Dourados e os três ursos”?
A atividade a seguir deve ser realizada oralmente. Ela possibilita verificar a interpretação que os alunos fizeram do conto “Cachinhos Dourados e os três ursos”.
Acesse aqui o conto e, em seguida, aplique a atividade lendo a primeira afirmação e perguntando aos alunos se ela é verdadeira ou falsa. Aguarde a resposta coletiva. Se necessário, corrija-a recordando essa passagem da história (ou ouçam mais uma vez o trecho mencionado na questão) e só então passe para a próxima afirmativa.
*Ouça a faixa 17 do CD Projeto Som & Tom Maternal “Cachinhos Dourados e os três ursos”.


  • Certa manhã de primavera, Cachinhos Dourados resolveu passear pela floresta. Verdadeiro.
  • Cachinhos Dourados conhecia a família de ursos havia bastante tempo. Falso.
  • Mamãe urso preparou um mingau muito frio, e a família ficou esperando Cachinhos Dourados chegar. Falso.
  • Ali tudo era certinho e bem‑arrumado. Verdadeiro.
  • Quando o Bebê Urso percebeu que haviam comido todo seu mingau, começou a chorar. Verdadeiro.
  • A família de ursos era muito brava e decidiu não morar nunca mais na casinha da floresta. Falso.
  • A família de ursos era bem tranquila e acalmou a menina.Verdadeiro.
  • Os ursos brigaram com Cachinhos Dourados. Falso.
  • Cachinhos Dourados voltou para casa muito triste. Falso.
  • Cachinhos Dourados voltou para casa feliz por ter feito novos amigos e por ter aprendido a ter mais juízo e nunca mais entrar onde não for convidada. Verdadeiro.

c) Pegada na argila
Antes de iniciar a tarefa com a argila, questione os alunos: Qual é o formato da pata de um cachorro? E de uma galinha? E de um cavalo? Será que é igual à marca deixada pelos pés de uma pessoa? Pergunte sobre possíveis semelhanças e diferenças entre essas marcas.
Em seguida, diga a eles que farão um quadro de argila com a pegada de cada um. Para isso, você precisará de sacos plásticos, fita-crepe, ½ kg de argila para cada aluno e um palito de churrasco.

Primeiro, forre o chão com o saco plástico e a fita-crepe. Deixe um retângulo de argila diante de cada criança (prepare a atividade com antecedência, cuidando para que a argila esteja em formato retangular, como se fosse um quadro).
O aluno deverá pisar com o pé descalço sobre a argila e afundá-lo levemente até que fique a marca. Com o palito de churrasco, faça um furo na parte superior do retângulo, que servirá para pendurar o quadro (depois de seco). A secagem pode demorar até 48 horas.

Quando estiver pronto, retome a conversa inicial. Deixe os alunos se expressarem livremente. Isso os ajudará a perceber, por exemplo, formato, tamanho, quantidade de dedos etc., estabelecendo comparações entre a própria pegada e as pegadas dos animais que aparecem na atividade do livro.

d) Plantando feijão
Explorar o mistério da germinação e do crescimento das plantas ajuda os alunos a descobrir a importância do cuidado com o meio ambiente.
Inicialmente, investigue com eles, em atividade oral, quais tipos de planta conhecem (arbustos, árvores, ervas), comentando onde elas vivem, do que precisam etc.
Conte que muitas plantas se desenvolvem de uma semente e que algumas são comestíveis, como o feijão. Depois, apresente a tarefa perguntando se gostariam de ver uma plantinha nascer e crescer. Então, informe-lhes que juntos plantarão grãos de feijão.
Em seguida, separe copos descartáveis, algodão limpo, grãos de feijão e um recipiente com água.
Com os alunos, umedeça o algodão tomando cuidado para que não fique encharcado. Depois, forrem o fundo dos copos com esse algodão umedecido. Peça a cada um que deposite dois grãozinhos de feijão sobre o algodão que está no copo. Agora explique que o feijão nascerá em três dias, mais ou menos, porém é preciso deixar os copos em local iluminado, porque a plantinha precisa da luz do sol. É necessário também que eles molhem o algodão todos os dias (com sua ajuda), pois o algodão nunca deve secar.
Quando a planta ultrapassar 20 cm, será preciso retirá-la do copo e colocá-la em um vaso com terra, onde possa crescer e se esparramar (também pode ser na horta da escola, se houver uma).
Converse com eles sobre como é cuidar de uma plantinha: 

  • Dá trabalho? 
  • Foi bom? 
  • Por que devemos cuidar bem das plantas e do lugar onde elas vivem?

e) Conversando sobre o circo
Faça uma roda de conversa sobre o circo e investigue o que os alunos sabem sobre o tema.
Mostre a eles fotografias e outras imagens de números e espetáculos circenses, deixando que manifestem impressões e relatem vivências relacionadas ao assunto proposto.

De quais artistas do circo eles gostam mais? Do equilibrista? Do palhaço? Do trapezista? Do malabarista? Quais eles conhecem?

Nessa atividade, o mais importante é apresentar curiosidades e informações que possam despertar o interesse dos alunos, estimulando a atenção, a imaginação e a consciência em relação às diferentes manifestações artísticas e culturais.
O texto a seguir oferece alguns dados sobre a história do circo. Conte a eles como tudo começou, somando as informações disponibilizadas aqui àquelas que você considera relevantes. Se possível, aproveite a oportunidade e leve-os para visitar o circo mais próximo da escola.

Circo
Palhaços, mágicos, malabaristas! Quanta diversão encontramos no circo!
A história do circo acompanha gerações, mas ele passou por transformações até chegar ao formato atual... Vamos conhecer um pouco dessa história!
Os pesquisadores da arte circense mostram que as primeiras tentativas de apresentação em um circo ocorreram na China, onde a monarquia chinesa se divertia com a apresentação de contorcionistas e equilibristas.
Em Roma, havia o chamado “Circo Máximo”, local onde os plebeus reuniam-se para assistir às atrações organizadas pelas autoridades imperiais.
Os saltimbancos, elenco de artistas itinerantes, surgiram na Idade Média. Esses artistas vagueavam pelas cidades para exibir suas habilidades ao ar livre em troca de algumas contribuições.
Entretanto, foi o inglês Philip Astley quem primeiro organizou o circo mais parecido com o que conhecemos hoje, que traz espetáculos variados e público pagante. O ano era 1768, e Astley organizou um local onde, acompanhado por um tocador de tambor, apresentava um número de acrobacia com cavalos. Nessa época, as cidades estavam se formando e crescendo cada vez mais rápido, o que garantia um número razoável de espectadores.

Várias outras atrações foram criadas e artistas interessados nesta arte foram formando grupos circenses que sempre circulam de uma cidade para outra levando alegria e diversão para todos!
Mesmo com o passar do tempo e o avanço da tecnologia, como o rádio, televisão e DVD, o circo ainda agita cidades e faz a alegria de crianças e adultos!

Palhaços famosos
Entre todos os personagens do circo, o palhaço é, sem dúvida, o que tem mais destaque. Não dá para “aprender” a ser palhaço, é preciso ter vocação, gostar de interagir com os outros.
No Brasil, temos muitos palhaços – como Arrelia, Carequinha, Bozo, Torresmo – que transmitiram para a garotada alegria e entusiasmo durante décadas nos picadeiros e na televisão.
Mas o que fazem os outros artistas do circo? Vamos saber...

O malabarista é o artista que exibe extrema habilidade e destreza de movimentos com o corpo. Quantas vezes não ficamos atentos e apreensivos com a habilidade dos malabaristas para lançar e capturar objetos no ar! Para se destacar nessa arte, é necessário disciplina e muito treino. O malabarismo também é importante para o corpo, pois melhora o reflexo e a coordenação motora de quem o pratica.[...]

Há também o trapezista, que é aquele que trabalha em um trapézio, ou seja, um equipamento de ginástica constituído por uma haste ou um cilindro de madeira ou metal suspenso por duas cordas ou peças verticais fixas numa superfície horizontal. Os trapezistas têm que ter muita habilidade, concentração e equilíbrio para exercer essa função.

Mas quem atrai todas as atenções é mesmo o mágico! É muito difícil perceber as peripécias de um mágico! Ele executa vários tipos de ilusionismo utilizando-se de técnicas variadas para iludir o espectador com truques que dependem especialmente da rapidez e agilidade das mãos. Um mágico também tem que treinar muito, ser hábil e muito criativo para estar sempre criando números novos para os espetáculos.

Curiosidades
O Dia do Circo é comemorado em 27 de março e representa uma homenagem ao palhaço Piolin, um dos palhaços mais famosos do Brasil, que nasceu nesta data, no ano de 1897.
Disponível em: www.smartkids.com.br/especiais/circo.html. Acesso em: jun. 2013.

f) Animais que vivem no fundo do mar
Ouça o relato dos alunos sobre os animais que vivem no fundo do mar. Conte que há muitos tipos de seres vivos marinhos e dê exemplos, estimulando a manifestação de ideias e impressões.
Pergunte se eles conhecem as estrelas-do-mar, comente sobre a diversidade de formas e cores que elas apresentam e esclareça que as estrelas-do-mar também são animais.

O texto a seguir oferece algumas informações para enriquecer sua conversa com a turma. Utilize aquilo que considerar apropriado.

Estrela-do-mar
[...]
Com a estrela-do-mar, ocorre um fato estranho. Algumas espécies são capazes de regenerar-se. Se um dos braços é separado do corpo, ele é substituído, enquanto um novo organismo completo crescerá do braço isolado. Esse processo de regeneração constitui um problema para os criadores de ostras. As estrelas-do-mar comem ostras, e os criadores costumavam pegar as estrelas-do-mar, parti-las ao meio e atirá-las de novo à água. O resultado disso não é a eliminação das estrelas-do-mar, mas um aumento do seu número.

Há quase 2 mil espécies de estrelas-do-mar, a maioria com cinco braços idênticos. A cor do corpo varia, mas sempre é brilhante e, às vezes, luminescente. Não possui cabeça nem cauda; seu corpo consiste de duas partes: o disco central com a boca e o ânus; e os braços, que têm carreiras de pequenos pés tubulares capazes de movimentá-la. Esse animal carnívoro tem um modo especial de devorar os moluscos que carregam concha. Envolve a vítima com seu corpo e abre a concha com os braços. Então, introduz o estômago na concha entreaberta e come a presa. Quando a refeição acaba, o estômago da estrela-do-mar se retrai, e a concha vazia, completamente limpa, é abandonada.
CICCO, Lúcia Helena Salvetti de. Disponível em: www.saudeanimal.com.br/estrela_do_mar.htm. Acesso em: jun. 2013.

g) Animais do Brasil
Em uma roda de conversa, explore com os alunos características e curiosidades dos animais da fauna brasileira. Enfatize a variedade de espécies e pergunte-lhes quais desses animais eles conhecem.
Incentive-os a observar as cores, o tipo de revestimento do corpo, o tamanho etc. Fale também sobre onde podem ser encontrados, de que se alimentam e o que mais surgir na roda de conversa.

Se possível, complemente as informações mostrando mais imagens desses animais em seu hábitat.
A seguir, oferecemos uma seleção de textos dos quais é possível extrair dados úteis para a atividade. Utilize aquilo que considerar apropriado.

1. O tamanduá-bandeira
[...]
Os tamanduás, juntamente com os tatus e as preguiças, pertencem à Ordem Xenarthra, que significa “articulação diferente”. Os tamanduás são os únicos mamíferos que não possuem dentes, enquanto que seus “parentes”, tatus e preguiças, possuem dentes incompletos, sem a presença de esmalte. Animais adultos podem pesar até 60 kg e medir 1,20 m, mais a cauda de quase 1,0 m. Apresentam uma coloração acinzentada, com faixas diagonais pretas com as bordas brancas.
[...]
Disponível em: www.zoologico.sp.gov.br/mamiferos/tamanduabandeira.htm. Acesso em: jun. 2013.

2. Onça-pintada
[...] 
Habita florestas úmidas às margens de rios e ambientes campestres desde a Amazônia e Pantanal até os Pampas Gaúchos. A onça-pintada ou jaguar possui hábitos noturnos e é solitária. Excelente caçadora e nadadora, costuma abater capivaras, veados, catetos, pacas e até peixes. Pode também caçar macacos e aves. Para atacar sua vítima, é muito cautelosa, desloca-se contra o vento e, aproximando-se silenciosamente, surpreende a presa saltando sobre seu dorso. Daí surgiu o nome jaguar ou jaguara, que significa, no dialeto tupi-guarani, a expressão “o que mata com um salto”.

Sendo o maior mamífero carnívoro do Brasil, necessita de pelo menos 2 kg de alimento por dia [...].

Apesar de tão temida, foge da presença humana e, mesmo nas histórias mais antigas, são raros os casos de ataque ao homem. Como necessita de um amplo território para sobreviver, pode “invadir” fazendas em busca de animais domésticos, despertando, assim, a ira dos fazendeiros que a matam sem piedade. Por esse motivo, e sobretudo pela rápida redução de seu hábitat, esse felídeo, naturalmente raro, ainda encontra-se à beira da extinção em nosso país.
CICCO, Lúcia Helena Salvetti de. 
Disponível em:www.saudeanimal.com.br/extinto16.htm. Acesso em: jun. 2013.

3. Lobo-guará
[...] 
O lobo-guará é o maior (até 75 cm de altura no garrote e 120 cm de comprimento) e mais belo dos canídeos da América do Sul. É também um dos mais ameaçados de extinção, devido à destruição dos cerrados em que habita para plantações de soja e pastos de gado. Muitos fazendeiros ainda os abatem, pensando que podem causar grandes prejuízos a seus rebanhos.

Na verdade, o lobo-guará é um onívoro que se alimenta principalmente de roedores, pequenos répteis, caules doces, mel, aves e frutas (há até mesmo uma espécie que se alimenta de fruta, a Solanum lycocarpum do cerrado, que, de tão procurada por ele, é chamada de “fruta de lobo”).

Diferente do lobo-europeu, o lobo-guará raramente caça animais de grande porte, pois não possui o hábito de andar em grupos, sendo encontrado no máximo aos casais durante a época de reprodução, ocasião em que somam os seus territórios (cada um com até 25 km²).
Sua aparência o faz notavelmente adaptado aos cerrados. A cor confunde-se com os campos de gramíneas. As pernas longas permitem-no ver acima da vegetação e muito longe, assim como suas orelhas grandes podem identificar com precisão a direção dos sons de uma presa, que não são abundantes em seu habitat. [...]
AVARI, Ricardo. Disponível em: www.zoologico.sp.gov.br/mamiferos/loboguara.htm. Acesso em: jun. 2013.

4. Arara
[...]
Menos dotada que seus parentes, os papagaios, a arara só é capaz de aprender algumas palavras isoladas. Desde o século XVI as araras são muito procuradas como bichos de estimação e, antigamente, possuir uma arara era sinal de grande riqueza.
As araras maiores e mais coloridas são encontradas nas florestas tropicais das Américas. São frequentemente caçadas e mantidas em cativeiro. Existem 18 espécies de arara, todas com bico forte, língua carnosa e cauda longa em forma de espada. O bico forte permite que elas escavem o tronco das árvores para comer larvas de insetos. As araras, em geral, fazem ninhos no oco de árvores como palmeiras. Os ovos são postos na primavera e os adultos alimentam os filhotes regurgitando a comida. Com seis meses de idade as araras já são bichos adultos.
CICCO, Lúcia Helena Salvetti de. Disponível em: www.saudeanimal.com.br/extinto3.htm. Acesso em: jun. 2013.

5. Jacaré-de-papo-amarelo
O jacaré é um animal carnívoro que costuma viver em rios e lagos. Sua alimentação é baseada em peixes, mamíferos e outros répteis. Os jacarés, juntamente com seus primos crocodilos, surgiram na face da Terra há pelo menos 200 milhões de anos e sempre se mostraram muito bem adaptados às condições de vida do planeta, sobrevivendo, inclusive, aos fatores que determinaram a extinção dos dinossauros. Na fase adulta, um jacaré pode atingir 2,5 metros de comprimento, e seu tempo médio de vida é bastante longo, cerca de 50 anos.
Disponível em: www.plenarinho.gov.br/ecologia/bicharadaanimal/jacare-de-papo-amarelo/?searchterm=jacaré.
Acesso em: jun. 2013.

Depois de falar com os alunos sobre cada animal, explique o significado da extinção e, se possível, leve-os para uma visita ao zoológico. Peça a eles que observem todos ou alguns animais entre os cinco que foram estudados na atividade. Em seguida, proponha uma discussão sobre os pontos abordados.

h) Brincando de adivinhar
Um jeito divertido de trabalhar com textos e palavras é usar adivinhas. No texto a seguir, você pode encontrar informações e curiosidades sobre essa prática.
Para estimular a construção do pensamento reflexivo, elabore com a turma um livro de adivinhas e charadas. Vocês podem pesquisar em jornais, revistas, internet etc.
Encaderne o livro e faça uma capa dura para conservá-lo, deixando-o sempre ao alcance dos alunos (disponível para consultas).

Adivinhas e charadas
As adivinhas e charadas são textos curtos da literatura popular encontrados geralmente em forma de perguntas, versos e alguns em prosa. São enigmas verbais que foram passados pelos nossos antepassados de forma oral, geralmente aprendidos, inconscientemente, na infância. Há também uma forma lúdica de adivinhações populares, na qual a enunciação da ideia ou fato é constituída de analogias e de personificações, ou seja, estão envolvidas em alegorias, a fim de dificultar a solução do problema.
As adivinhas e charadas são tão velhas quanto a própria história, pois nas civilizações antigas os enigmas eram expressões do culto e da magia religiosa.

Os deuses falavam de uma forma um tanto obscura, e os homens tinham de interpretar suas palavras. Os decifradores granjeavam prêmios preciosos e reputação divina. Édipo, Salomão, Merlino e outros eram considerados possuidores da ciência divinatória das respostas e das questões difíceis.
Antigamente, a decifração de enigmas era prova de inteligência. Com o passar do tempo, a prática perdeu o sentido filosófico. Atualmente tais enigmas são encontrados na voz anônima do povo e, principalmente, na boca das crianças.
Quando perguntamos quem sabe adivinhas e charadas e as tem guardadas na memória, encontramos sempre alguém que tem algumas lá no “fundo do baú”, adormecidas.

O folclore brasileiro é rico em adivinhas, charadas, e, nas cidades do interior, elas são usadas como um interessante passatempo por homens, mulheres e crianças.[...]

As adivinhas e charadas divertem e provocam curiosidade, valorizam a leitura como fonte de prazer e entretenimento, criando um clima de suspense que os alunos gostam de decifrar e possibilitam o desenvolvimento da expressão oral. [...]
As atividades de adivinhações possibilitam a aprendizagem da língua escrita de forma lúdica e prazerosa, por serem textos curtos e de fácil memorização, ajudando os alunos a pensar e a se concentrar na forma convencional da escrita das palavras.
BAHIA. Secretaria da Educação e Cultura de Salvador, 2007. Cadernos de apoio à prática pedagógica: adivinhas, charadas, parlendas, provérbios e trava-línguas. Disponível em: http://www.smec.salvador.ba.gov.br/site/documentos/espaco-virtual/espaco-cenap/publicacoes/caderno%20de%20apoio%20a%20pratica%20pedagogica%20advinhas%20charadas%20parlendas%20proverbios%20e%20trava-linguas.pdf. Acesso em: jun. 2013.

i) Povos indígenas
Converse com os alunos sobre os diferentes aspectos do modo de vida das comunidades indígenas. Comente que há mais de um povo nativo e, se possível, exemplifique com figuras ou fotografias de indígenas brasileiros.
Essa é uma boa oportunidade para trabalhar indiretamente a questão do preconceito. Ao falar dos povos indígenas, exponha a questão da diversidade cultural, incentivando-os a respeitar e valorizar outras culturas, crenças e padrões diferentes dos nossos.
Para incrementar o diálogo, você pode extrair do texto a seguir as informações que julgar pertinentes. O principal é incentivar o diálogo e oferecer espaço para os alunos se manifestarem.

Índio já foi um dia o dono dessa terra
Os índios chegaram nesta terra onde hoje é o Brasil há muito tempo. Alguns estudos afirmam que eles já habitavam a América do Sul havia cerca de 11 mil anos. Já os europeus chegaram ao Brasil faz apenas 500 anos. Conta a História que, no nosso país, os europeus encontraram esses habitantes que aqui moravam e os chamaram de índios. É provável que tenham dado esse nome aos habitantes daqui porque, ao chegarem ao Brasil, acreditavam ter chegado à Índia. Tempos depois, descobriram se tratar de uma nova terra, na América. Mas o nome já tinha pegado!
Os portugueses, bem como os outros povos europeus, tinham uma cultura completamente diferente da indígena. Por isso, estranharam muito o modo de vida dos nativos. Os índios andavam nus, comiam comidas naturais, viviam soltos em total liberdade e tinham um tom de pele pardo e cabelos bem lisos e escorridos. Uma corrente de historiadores hoje acredita que os europeus cometeram graves erros: não souberam lidar com as diferenças nem respeitar a cultura dos nativos, começaram a impor aos índios a cultura europeia e a religião cristã, obrigando-os a agir, pensar e vestir-se como europeus. [...]

Estudiosos acreditam que, na época do descobrimento do País, o número de índios que vivia por aqui era de cerca de 5 milhões — divididos em milhares de aldeias. Só que foram morrendo tantos, tantos, tantos... que hoje sobram apenas 345 mil índios, distribuídos em 215 comunidades, além dos cerca de 150 mil índios vivendo nas cidades. [...]

Cultura
Os indígenas têm um modo de vida diferente do nosso. Eles são muito mais ligados à terra. Não trabalham com o objetivo de juntar dinheiro, bens, nem nada desse tipo. Trabalham em suas lavouras para garantir o sustento da aldeia; fora isso, alimentam-se dos frutos das árvores e dos animais que caçam.
Nas aldeias normalmente existem duas pessoas muito importantes na organização: o pajé e o cacique. O cacique é o chefe da tribo, e o pajé é o sábio, o qual conhece a cura para as doenças e se comunica com os deuses.
Os índios acreditam em forças maiores: na natureza, em deuses e nos espíritos de seus ancestrais. Cada sociedade indígena cria as próprias explicações a respeito do mundo, dos fenômenos naturais, dos espíritos e dos seres sobrenaturais.

As crianças
Assim como em qualquer sociedade, os índios também constroem brinquedos para seus filhos. Os mais comuns são feitos de palha, madeira ou barro. Os adultos fabricam para as crianças dobraduras de palha, representando os animais da floresta. Em geral, os brinquedos são miniaturas de objetos usados na sociedade e, além de fazerem as crianças se divertir, esses objetos as educam para as tarefas que terão de realizar quando se tornarem adultas. Na maioria das aldeias não existe videogame nem outros joguinhos eletrônicos, mas as crianças devem se divertir um bocado brincando com seus brinquedos de palha, subindo nas árvores e brincando com os animais, não é mesmo? [...]
Desde novinhas, as crianças vão aprendendo as atividades que terão de desenvolver quando forem adultas. As meninas aprendem a: plantar, colher, carregar lenha, preparar alimentos e bebidas fermentadas, fiar algodão, confeccionar redes e cerâmica. Já os meninos aprendem a: preparar o terreno para o plantio, caçar, confeccionar arco e flecha, fazer cestas e enfeites de plumas e construir casas. [...]

Educação
Além de aprender isso tudo, os indiozinhos ainda têm de ir à escola. De todos os índios do Brasil, cerca de 150 mil estão em idade escolar e estudam em escolas de Ensino Médio e Fundamental em suas aldeias ou em municípios próximos. Há também mais de mil jovens indígenas que frequentam diversas universidades e faculdades brasileiras. [...]

Hábitos indígenas
Você sabia que vários dos nossos hábitos são herdados da cultura indígena? Um dos costumes mais importantes é o de tomar banho todos os dias. Em outras culturas, como na dos países europeus, é comum as pessoas passarem dias sem tomar banho. Que bom que os índios nos ensinaram isso, né? Assim somos um povo bem cheirosinho!
Também aprendemos com eles o uso de chás e plantas medicinais para curar doenças. E como os índios têm muito conhecimento de ervas e plantas, muitos dos remédios que compramos hoje nas farmácias tiveram suas fórmulas baseadas em chás indígenas. É influência deles também a utilização de redes para dormir, as várias danças, principalmente as da região Norte do Brasil. E ainda várias canções e lendas do folclore brasileiro.
Disponível em: www.plenarinho.gov.br/brasil/Reportagens_publicadas/todo-dia-era-dia-de-indioAcesso em: jun. 2013.

j) Amigo-secreto
Esse exercício favorece a sociabilidade e a capacidade de realizar descrições, além de ser uma forma de estimular a confraternização.
Em uma folha avulsa, escreva, com letra bastão, o nome de cada um dos alunos presentes.
Corte os papéis, um a um, em tamanhos iguais. Em seguida, dobre-os e coloque-os dentro de uma caixa com decoração natalina.
Cada criança sorteará um papel. Leia o nome retirado, certificando-se de que ela não sorteou a si mesma, e fale-o bem baixinho próximo à criança.
Peça a ela que, sem dizer o nome, descreva o amigo sorteado para a turma falando do que mais gosta nele e a melhor coisa que aprendeu com esse amigo durante o ano. A turma deverá adivinhar quem é o amigo.

Faça o mesmo com todos os alunos.
Fonte: Portal da Educação Infantil