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EDUCAÇÃO INFANTIL E EDUCAÇÃO CRISTÃ PARA CRIANÇAS



"Eu não tinha me dado conta de que havia tido o melhor sonho de toda a minha vida."

"Eu não tinha me dado conta de que havia tido o melhor sonho de toda a minha vida."
Sonho que tive sobre o arrebatamento da igreja de Cristo.

CRIANÇA DESAPARECIDA: JOÃO RAFAEL KOVALSKI, 2 anos.

CRIANÇA DESAPARECIDA: JOÃO RAFAEL KOVALSKI, 2 anos.
João Rafael Kovalski desapareceu do quintal da sua casa, em Adrianópolis, região metropolitana de Curitiba, estado do Paraná (BRASIL) no dia 24 de agosto do ano de 2013. Quem tiver alguma informação pode entrar em contato pelo telefone (41) 3224-6822, ou ainda, entre em contato com uma unidade da Polícia Federal ou envie e-mail para desaparecidos@dpf.gov.br.

Você é muito importante!

                             

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terça-feira, 30 de junho de 2015

A Importância de Comprar Produtos Originais

Você já parou para pensar que, comprar CD's e DVD's originais, vai muito além de não cometer um crime? "Como assim?" Você pode estar se perguntando; e eu explico. 
No nosso meio evangélico é fato que, quando compramos produtos originais, estamos contribuindo para que a Obra do nosso Deus cresça aqui na Terra. Geralmente, parte do que é arrecadado é enviado para obras missionárias ou investido para o mesmo fim de outros modos, como a tradução de desenhos animados para outros países, por exemplo. Tenho investido em meu ministério com crianças comprando produtos originais, assim estou também contribuindo para que a Mensagem da Salvação chegue a mais pessoas. 
Vamos nos conscientizar. 
Claro que às vezes o produto é muuuito caro, mas ainda assim, vale a pena pagar mais para que a Palavra de Deus seja espalhada pelo mundo e você ainda terá duas coisas boas: um produto de boa qualidade e uma consciência tranquila de que fez o que era o certo.

Fica a Dica da Tia Jaque, rs
Fiquem com Deus!                              

segunda-feira, 29 de junho de 2015

Jequitibás ou Eucaliptos? Identificando o Autêntico Educador Cristão

Por: Marcos Tuler

Certamente você já ouviu esta celebre frase: “Educação não é profissão, é vocação.” O que quer dizer isto? Educar não é somente professar, instruir, ensinar? Absolutamente não! A nobre tarefa de educar vai além das raias da informação ou simples instrução. Educar tem a ver com transmissão; assimilação de valores culturais, sociais e espirituais. Quem exerce apenas tecnicamente a função de ensinar não tem consciência de sua missão educativa, formadora de pessoas e de “mundos”. Se educar não é sinônimo de ensinar, nos vemos no dever de refletir: Quem ensina? E quem realmente educa? Em que categoria e sentido as funções do professor diferem das do educador?

Professores são como eucaliptos
O educador não deve ser considerado um simples professor, na acepção daquele que apenas ensina uma ciência, técnica ou disciplina. Educadores e professores possuem função e natureza distintas. Eles não são forjados no mesmo forno. E se de fato não são de mesma natureza, de onde vem o educador? Qual a sua procedência? Tem ele o direito de existir? Como pode ser constituído? “Não se trata de formar o educador, como se ele não existisse”, diz o professor Rubens Alves. “Como se houvesse escolas capazes de gerá-lo ou programas que pudessem trazê-lo à luz. Eucaliptos não se transformarão em jequitibás, a menos que em cada eucalipto haja um jequitibá adormecido: os eucaliptos são árvores majestosas, bonitas, porém absolutamente idênticas umas às outras, que podem ser substituídas com rapidez sem problemas. Ficam todas enfileiradas em permanente posição de sentido, preparadas para o corte e o lucro”.

Educadores são como jequitibás
Prossegue o mestre Alves, “os eucaliptos são
símbolos dos professores, que vivem no mundo da organização, das instituições e das finanças. Os eucaliptos crescem depressa para substituírem as velhas árvores seculares que ninguém viu nascer e nem plantou. Aquelas árvores misteriosas que produzem sombras não penetradas, desconhecidas, onde reside o silêncio nos lugares não visitados. Tais árvores possuem até personalidade como dizem os antigos”. Os educadores são como árvores velhas, como jequitibás, possuem um nome, uma face, uma história. Educador não pode ser confundido com professor. Da mesma forma que jequitibás e eucaliptos não são as mesmas árvores, não fornecem a mesma madeira.


Como identificar os autênticos educadores cristãos
Há diferença entre professores e educadores no que se refere a práxis do ensino cristão? 
Como podemos distingui-los, identificá-los? 
É suficiente dominar métodos, procedimentos e técnicas didáticas ou ser um expert em comunicação? Óbvio que não!
Este tema, romanticamente discutido e refletido no âmbito da educação secular, assume maior importância e dimensão no da educação cristã. Nenhum educador cristão deve fracassar diante da tentação de apenas manter seus alunos informados a respeito da Bíblia e da vontade de Deus. Antes deve torná-los, através da influência do próprio exemplo, praticantes da Palavra e perseguidores da vontade divina.

Educadores têm convicção de seu chamado
Com o intuito de edificar e aperfeiçoar sua Igreja, Cristo concedeu vários dons aos homens e, dentre eles, o de mestre: “E ele deu uns como apóstolos, e outros como profetas, e outros como evangelistas, e outros como pastores e mestres, tendo em vista o aperfeiçoamento dos santos para a obra do ministério, para a edificação do corpo de Cristo” (Ef 4.11,12). Segundo o comentário da Bíblia de Estudo Pentecostal, “mestres são aqueles que recebem de Deus um dom especial para esclarecer, expor e proclamar a Palavra de Deus”. Isto significa que, além da vocação e das aptidões naturais para o magistério, o ensinador cristão precisa ter convicção plena de seu chamado específico para o ministério de ensino cristão.

Educadores são dedicados ao ministério de ensino
Muitos são frequentemente colocados à frente de uma classe por seus líderes, mas não receberam de Deus a confirmação de seu chamado. Não sabem realmente porque foram colocados naquela função. Como identificar os professores genuinamente chamados para serem educadores? 
Os chamados, enquanto ensinam, sentem seus corações inflamarem pela atuação poderosa do Espírito Santo. Eles amam intensamente sua missão. Têm dedicação em sua prática docente: “...se é ensinar, haja esmero ao ensino” (Rm 12.7b). E o que significa esmero? Esmero significa integralidade de tempo no ministério de ensino, ou seja, estar com a mente, o coração e a vida totalmente voltados para esse mister. Ser ensinador cristão é diferente de ocupar o cargo de professor. Envolve chamado específico e capacitação divina.

Educadores mantêm comunhão real com Cristo
Outra característica que diferencia o educador cristão de um simples técnico de ensino, é que o primeiro, mantém um relacionamento real com o Senhor Jesus. Em outras palavras, significa que Cristo é, em primeiro lugar, seu Salvador pessoal, salvou-o de todo o pecado e é também Senhor e Dono da sua vida. Há professores que não têm certeza da própria salvação, como poderão ensinar *Soteriologia? Outros não oram, não leem a Bíblia e não têm vida devocional. São técnicos! No magistério cristão, de nada adianta ensinar o que não se sente e não se vive. O educador nunca ensina aquilo que não está disposto a obedecer.
(*Soteriologia: parte da teologia que trata da salvação do Homem.
doutrina da salvação da humanidade por Jesus Cristo.)

Educadores seguem o exemplo de Cristo
A melhor maneira de unirmos as funções de professor e educador é seguirmos o exemplo de Jesus. Ele foi, em Seu ministério terreno, o maior professor e pedagogo de todos os tempos; usou todos os métodos didáticos disponíveis para ensinar: costumava, por exemplo, fazer perguntas para induzir a audiência a dar a resposta correta que Ele buscava; fazia indagações indiretas exigindo que seus discípulos comparassem, examinassem, relembrassem e avaliassem todos os conteúdos; exemplificava com parábolas, contava histórias e usava vários métodos criativos. Conforme declarou LeBar, citado por Howard Hendricks no Manual de Ensino, CPAD, “Jesus Cristo era o Mestre por excelência, porque ele mesmo encarnava perfeitamente a verdade. [...] Ele entendia perfeitamente seus discípulos, e usava métodos perfeitos para mudar as pessoas individualmente e sabia como era a natureza humana e o que havia genericamente no homem (Jo 2.24,25).”
Jesus ensinava complexidades usando a linguagem simples das coisas do dia-a-dia. Sua linguagem sempre era tangível à experiência das pessoas – emprego, problemas pessoais, costumes, vida familiar, natureza, conceitos religiosos etc. Seus instrumentos pedagógicos eram os campos, as montanhas, os pássaros, as tempestades, as ovelhas. Em suma, qualquer coisa que estivesse ao seu alcance Ele usava como ferramenta de ensino.

Educadores nunca cessam de aprender
Um autêntico educador, ao contrário de certos professores que se sentem “donos do saber”, são humildes e estão sempre com disposição para aprender. Ele não se esquece que o homem é um ser educável e nunca se cansa de aprender. Aprendemos com os livros, com nossos alunos, com as crianças, com os idosos, com os iletrados, enfim, aprendemos enquanto ensinamos.
Não há melhor maneira de aprender do que tentar ensinar outra pessoa. O professor-educador deve estar atento a qualquer oportunidade de aprender. Quando não souber uma resposta, é melhor ser honesto e dizer que não sabe. A ausência do orgulho diante da realidade de “não saber”, facilita e promove a aprendizagem.

Educadores exercem liderança positiva
Liderança positiva é outra peça-chave na constituição dos educadores cristãos autênticos. Tendo consciência ou não, quem ensina sempre exerce liderança sobre quem aprende. Essa liderança, será positiva ou negativa, em função da postura espiritual assumida pelo educador. Os ensinamentos, conceitos, princípios e conselhos ministrados aos seus alunos, dificilmente deixarão de influenciá-los. 

De que modo pode o professor evidenciar liderança positiva? 
Eis algumas dicas:

a) Apoiando o pastor de sua igreja;

b) Dando assistência aos cultos;
c) Participando efetivamente no sustento financeiro da obra de Deus (dízimos e ofertas);
d) Integrando-se à igreja: presença e atividades nos cultos;
e) Mantendo-se distante dos “ventos de doutrinas”;
f) Sendo eticamente correto;
g) Vivendo o que ensina (personificar a lição);
h) Tendo um lar cristão exemplar;
i) Apoiando a missão e a visão da igreja local;
j) Não usando a sala de aula para promover revoltas e dissoluções.
l) Colocando como alvo o nascimento de uma nova classe a cada ano.
m) Colocando como alvo a geração de novos professores a cada ano.

Como nos referimos em tópico anterior, o ministério de ensino exige dedicação integral do professor: “E todos os dias, no templo e de casa em casa, não cessavam de ensinar, e de pregar Jesus Cristo” (At 5.42). 
Cabe aos educadores cristãos a responsabilidade de instruir, guiar e orientar o caminho de outros servos de Deus. O professor que não se limita a dar instruções, precisa ser cada vez mais consciente de sua tarefa, não no sentido de mera assistência, mas em suas atitudes e atos em relação à obra de Deus e a Cristo. O resultado desta missão será energicamente cobrado. Chegará o dia em que cada obreiro do ensino dará contas de si mesmo a Deus: “...cada um de nós dará conta de si mesmo a Deus” (Rm 14.12).

Retirado do Blog Arca da Garotada

sexta-feira, 19 de junho de 2015

7 Princípios Para Criar ou Atender Uma Pessoa Com Autismo


Entendendo Um Pouco Mais Sobre Autismo

Fonte da imagem: Só Para Mães

O que é Autismo?
O autismo é um transtorno de desenvolvimento que geralmente aparece nos três primeiros anos de vida e compromete as habilidades de comunicação e interação social.

Em maio de 2013 foi lançada a quinta edição do Manual Diagnóstico e Estatístico de Transtornos Mentais (DSM-V), que trouxe algumas mudanças importantes, entre elas novos diagnósticos e alterações de nomes de doenças e condições que já existiam.

Nesse manual, o autismo, assim como a Síndrome de Asperger, foi incorporado a um novo termo médico e englobador, chamado de Transtorno do Espectro do Autismo (TEA). Com essa nova definição, a Síndrome de Asperger passa a ser considerada, portanto, uma forma mais branda de autismo. Dessa forma, os pacientes são diagnosticados apenas em graus de comprometimento, dessa forma o diagnóstico fica mais completo.

O Transtorno do Espectro Autista é definido pela presença de “Déficits persistentes na comunicação social e na interação social em múltiplos contextos, atualmente ou por história prévia”, de acordo com o DSM-V.


Causas
As causas do autismo ainda são desconhecidas, mas a pesquisa na área é cada vez mais intensa. Provavelmente, há uma combinação de fatores que levam ao autismo. Sabe-se que a genética e agentes externos desempenham um papel chave nas causas do transtorno. De acordo com a Associação Médica Americana, as chances de uma criança desenvolver autismo por causa da herança genética é de 50%, sendo que a outra metade dos casos pode corresponder a fatores exógenos, como o ambiente de criação.

De qualquer maneira, muitos genes parecem estar envolvidos nas causas do autismo. Alguns tornam as crianças mais suscetíveis ao transtorno, outros afetam o desenvolvimento do cérebro e a comunicação entre os neurônios. Outros, ainda, determinam a gravidade dos sintomas.

Quanto aos fatores externos que possam contribuir para o surgimento do transtorno estão a poluição do ar, complicações durante a gravidez, infecções causadas por vírus, alterações no trato digestório, contaminação por mercúrio e sensibilidade a vacinas.


Autismo e vacinas
E por falar nelas, ainda se acredita muito que algumas vacinas possam causar autismo em crianças. Os pais podem pedir ao médico ou enfermeira que esperem ou até mesmo recusem a aplicação da vacina. No entanto, é importante pensar também nos riscos de não vacinar a criança.

Algumas pessoas acreditam que uma pequena quantidade de mercúrio (chamada de timerosal), que é um conservante comum em vacinas multidose, causa autismo ou TDAH. No entanto, as pesquisas NÃO indicam que esse risco seja verdadeiro.

A American Academy of Pediatrics e The Institute of Medicine dos EUA concordam que nenhuma vacina ou componente dela é responsável pelo número de crianças que atualmente são diagnosticadas com autismo. Eles concluíram que os benefícios das vacinas são maiores do que os riscos.

Todas as vacinas de rotina da infância estão disponíveis em formas de dose única em que não foi adicionado mercúrio.


Quantas crianças têm autismo?
O número exato de crianças com autismo é desconhecido. Um relatório publicado pelos Centros de Controle e Prevenção de Doenças (CDC) dos EUA sugere que o autismo e seus distúrbios relacionados são muito mais comuns do que se imagina. Não está claro se isso se deve a um aumento na taxa da doença ou à maior capacidade de diagnóstico do problema.

O autismo afeta quatro a cinco vezes mais meninos do que meninas. Renda familiar, educação e estilo de vida parecem não influenciar no risco de autismo.

Alguns médicos acreditam que a maior incidência de autismo se deve a novas definições do transtorno. O termo "autismo" agora inclui um espectro mais amplo de crianças. Por exemplo, hoje em dia, uma criança diagnosticada com autismo altamente funcional poderia ser simplesmente considerada tímida ou com dificuldade de aprendizado há 30 anos.

Outros transtornos de desenvolvimento parecido incluem:
  • Síndrome de Rett: muito diferente do autismo, só ocorre no sexo feminino
  • Transtorno desintegrativo da infância: doença rara em que uma criança adquire as habilidades e depois esquece tudo antes dos 10 anos de idade
  • Transtorno de desenvolvimento pervasivo: não especificado, também chamado de autismo atípico.

Fatores de risco
Alguns fatores são considerados de risco para o desenvolvimento do autismo. Confira:
  • Sexo: meninos são de quatro a cinco vezes mais propensos a desenvolver autismo do que meninas
  • Histórico familiar: famílias que já tenham tido algum integrante com autismo correm riscos maiores de ter outro posteriormente. Da mesma forma, é comum que alguns pais que tenham gerado algum filho autista apresentem problemas de comunicação e de interação social eles mesmos
  • Outros transtornos: crianças com alguns problemas de saúde específicos tendem a ter mais riscos de desenvolver autismo do que outras crianças. Epilepsia e esclerose tuberosa estão entre esses transtornos
  • Idade dos pais: quanto mais avançada a idade dos pais, mais chances de a criança desenvolver autismo até os três anos.

Sintomas de Autismo
A maioria dos pais de crianças com autismo suspeita que algo está errado antes de a criança completar 18 meses de idade e busca ajuda antes que ela atinja 2 anos. As crianças com autismo normalmente têm dificuldade em:
  • Brincar de faz de conta
  • Interações sociais
  • Comunicação verbal e não verbal
Algumas crianças com autismo parecem normais antes de um ou dois anos, mas de repente "regridem" e perdem as habilidades linguísticas ou sociais que adquiriram anteriormente. Esse tipo de autismo é chamado de autismo regressivo.

Uma pessoa com autismo pode:
  • Ter visão, audição, tato, olfato ou paladar excessivamente sensíveis (por exemplo, eles podem se recusar a usar roupas "que dão coceira" e ficam angustiados se são forçados a usálas)
  • Ter uma alteração emocional anormal quando há alguma mudança na rotina
  • Fazer movimentos corporais repetitivos
  • Demonstrar apego anormal aos objetos.
Os sintomas do autismo podem variar de moderados a graves.
Os problemas de comunicação no autismo podem incluir:
  • Não poder iniciar ou manter uma conversa social
  • Comunicar-se com gestos em vez de palavras
  • Desenvolver a linguagem lentamente ou não desenvolvê-la
  • Não ajustar a visão para olhar para os objetos que as outras pessoas estão olhando
  • Não se referir a si mesmo de forma correta (por exemplo, dizer "você quer água" quando a criança quer dizer "eu quero água")
  • Não apontar para chamar a atenção das pessoas para objetos (acontece nos primeiros 14 meses de vida)
  • Repetir palavras ou trechos memorizados, como comerciais
  • Usar rimas sem sentido
Existem diversos sintomas que podem indicar autismo, e nem sempre a criança apresentará todos eles. Entre os grupos de sintomas que podem afetar uma pessoa com autismo estão:

Interação social
  • Não faz amigos
  • Não participa de jogos interativos
  • É retraído
  • Pode não responder a contato visual e sorrisos ou evitar o contato visual
  • Pode tratar as pessoas como se fossem objetos
  • Prefere ficar sozinho, em vez de acompanhado
  • Mostra falta de empatia
Resposta a informações sensoriais
  • Não se assusta com sons altos
  • Tem a visão, audição, tato, olfato ou paladar ampliados ou diminuídos
  • Pode achar ruídos normais dolorosos e cobrir os ouvidos com as mãos
  • Pode evitar contato físico por ser muito estimulante ou opressivo
  • Esfrega as superfícies, põe a boca nos objetos ou os lambe
  • Parece ter um aumento ou diminuição na resposta à dor

Brincadeiras
  • Não imita as ações dos outros
  • Prefere brincadeiras solitárias ou ritualistas
  • Não faz brincadeiras de faz de conta ou imaginação

Comportamentos
  • Acessos de raiva intensos
  • Fica preso em um único assunto ou tarefa (perseverança)
  • Baixa capacidade de atenção
  • Poucos interesses
  • É hiperativo ou muito passivo
  • Comportamento agressivo com outras pessoas ou consigo
  • Necessidade intensa de repetição
  • Faz movimentos corporais repetitivos

Buscando ajuda médica
Crianças, em geral, dão os primeiros sinais de autismo logo no primeiro ano de vida. Se você notar qualquer sinal do transtorno em seu filho, converse com um médico. Ele poderá recomendar exames específicos. 
Os comportamentos da criança de alerta são:
  • Não responder com sorriso ou expressão de felicidade aos seis meses
  • Não imitar sons ou expressões faciais aos nove meses
  • Não balbuciar aos 12 meses
  • Não gesticular aos 12 meses
  • Não dizer nenhuma palavra aos 16 meses
  • Não dizer frases compostas de pelo menos duas palavras aos 24 meses
  • Perder habilidades sociais e de comunicação em qualquer idade.

Na consulta médica
É provável que um clínico geral consiga fazer o diagnóstico de dermatite de contato analisando seus sintomas. No entanto, você pode ser encaminhado para um dermatologista, médico especialista em pele.

Como as consultas costumam ser breves e há muitas informações e perguntas para cobrir, é uma boa ideia estar bem preparado. Aqui estão algumas informações para ajudar no diagnóstico mais rápido:
  • Anote quaisquer sintomas que você está enfrentando, inclusive os que podem parecer sem relação com o motivo pelo qual você agendou a consulta
  • Anote as informações pessoais importantes, incluindo quaisquer tensões principais ou mudanças de vida recentes
  • Faça uma lista de todos os medicamentos, bem como de quaisquer vitaminas ou suplementos que você está tomando
  • Leve um membro da família ou amigo junto. Às vezes pode ser difícil lembrar todas as informações fornecidas durante a consulta. Alguém que acompanha você pode se lembrar de algo que você perdeu ou esqueceu.

O que esperar do médico?
Médicos costumam fazer várias perguntas. É importante estar preparado para respondê-las. Confira alguns exemplos de questões que poderão ser levantadas por um especialista:
  • Quais comportamentos em específicos levaram você a procurar ajuda médica para seu filho?
  • Quando os primeiros sintomas começaram?
  • Esses comportamentos atípicos são frequentes ou ocasionais?
  • Quais os hábitos favoritos de seu filho?
  • Seu filho interage com familiares e outras crianças?
  • Sua família tem histórico de autismo ou algum outro transtorno cerebral?

Diagnóstico de Autismo
O médico procurará por sinais de atraso no desenvolvimento da criança. Se observados os principais sintomas do autismo, ele encaminhará a criança em questão para um especialista, que poderá fazer um diagnóstico mais exato e preciso. Geralmente, ele é feito antes dos três anos de idade, já que os sinais do transtorno costumam aparecer cedo.

Para realizar o diagnóstico, o médico utiliza o critério do Manual de Diagnóstico e Estatística de Transtornos Mentais, da Associação Americana de Psiquiatria. Segundo ele, a criança poderá ser diagnosticada com autismo se apresentar pelo menos seis dos sintomas clássicos do transtorno.


Exames
Todas as crianças devem fazer exames de desenvolvimento de rotina com o pediatra. Podem ser necessários mais testes se o médico ou os pais estiverem preocupados. Para autismo, isso deve ser feito principalmente se uma criança não atingir marcos de linguagem.

Essas crianças poderão fazer uma avaliação auditiva, teste de chumbo no sangue e teste de triagem para autismo, como a lista de verificação de autismo em crianças (CHAT) ou o questionário para triagem de autismo.

Um médico experiente no diagnóstico e tratamento de autismo normalmente é necessário para fazer o diagnóstico. Como não há testes biológicos para o autismo, o diagnóstico muitas vezes será feito com base em critérios muito específicos.

Uma avaliação de autismo normalmente inclui um exame físico e neurológico completo. Pode incluir também alguma ferramenta de exame específica, como:
  • Entrevista diagnóstica para autismo revisada (ADIR)
  • Programa de observação diagnóstica do autismo (ADOS)
  • Escala de classificação do autismo em crianças (CARS)
  • Escala de classificação do autismo de Gilliam
  • Teste de triagem para transtornos invasivos do desenvolvimento.
As crianças com autismo ou suspeita de autismo normalmente passarão por testes genéticos em busca de anomalias nos cromossomos.

O autismo inclui um amplo espectro de sintomas. Portanto, uma avaliação única e rápida não pode indicar as reais habilidades da criança. O ideal é que uma equipe de diferentes especialistas avalie a criança com suspeita de autismo. Eles podem avaliar: comunicação, linguagem, habilidades motoras, fala, êxito escolar e habilidades de pensamento.


Convivendo/ Prognóstico
O autismo continua sendo um distúrbio difícil para as crianças e suas famílias, mas a perspectiva atual é muito melhor do que na geração passada. Naquela época, a maioria das pessoas com autismo era internada em instituições.

Hoje, com o tratamento correto, muitos dos sintomas do autismo podem melhorar, mesmo que algumas pessoas permaneçam com alguns sintomas durante toda a vida. A maioria das pessoas com autismo consegue viver com suas famílias ou na sociedade.

A perspectiva depende da gravidade do autismo e do nível de tratamento que a pessoa recebe. Procurar ajuda de outras famílias que tenham parentes com autismo e por profissionais que deem o suporte necessário aos parentes também é uma alternativa interessante.

Complicações possíveis
O autismo pode estar associado a outros distúrbios que afetam o cérebro, como a Síndrome do X frágil, déficit intelectual e esclerose tuberosa. Algumas pessoas com autismo podem, também, desenvolver convulsões.

O estresse de lidar com o autismo pode levar a complicações sociais e emocionais para a família e os cuidadores, bem como para a própria pessoa com autismo. Por isso, acompanhamento psicológico tanto para um, quanto para o outro é essencial.


Tratamento de Autismo
Não existe cura para autismo, mas um programa de tratamento precoce, intensivo e apropriado melhora muito a perspectiva de crianças pequenas com o transtorno. A maioria dos programas aumentará os interesses da criança com uma programação altamente estruturada de atividades construtivas. Os recursos visuais geralmente são úteis.

O principal objetivo do tratamento é maximizar as habilidades sociais e comunicativas da criança por meio da redução dos sintomas do autismo e do suporte ao desenvolvimento e aprendizado.

Mas a forma de tratamento que tem mais êxito é o que é direcionado às necessidades específicas da criança. Um especialista ou uma equipe experiente deve desenvolver o programa para cada criança. Há várias terapias para autismo disponíveis, incluindo:
  • Terapias de comunicação e comportamento
  • Medicamentos
  • Terapia ocupacional
  • Fisioterapia
  • Terapia do discurso/linguagem
Existem diversos programas para tratar problemas sociais, de comunicação e de comportamento que estejam relacionados ao autismo. Alguns desses programas focam na redução de problemas comportamentais e na aprendizagem de novas habilidades. Outros procuram ensinar crianças a como agir em determinadas situações sociais e a como se comunicar propriamente. Um desses programas é a ABA, sigla em inglês para Análise Aplicada do Comportamento, muito utilizado em crianças pequenas com algum distúrbio dentro do espectro do autismo. A ABA usa uma abordagem de aprendizado individual que reforça a prática de várias habilidades. O objetivo é que a criança se aproxime do funcionamento normal do desenvolvimento. Os programas de ABA normalmente são feitos na casa da criança sob a supervisão de um psicólogo comportamental.

Outro programa bastante recorrente como alternativa de tratamento é o TEACCH (sigla em inglês para Tratamento e Educação para Autistas e Crianças com Déficits relacionados à Comunicação), que utiliza outros recursos visuais que ajudam a criança a trabalhar de forma independente e a organizar e estruturar seu ambiente.

O TEACCH tenta melhorar as habilidades e a adaptação de uma criança, ao mesmo tempo que aceita os problemas associados aos distúrbios dentro do espectro do autismo. Diferentemente dos programas de ABA, os programas TEACCH não esperam que as crianças atinjam o desenvolvimento normal com o tratamento.

Medicamentos
Não existem medicamentos capazes de tratar os principais sintomas do autismo, mas, muitas vezes, são usados medicamentos para tratar problemas comportamentais ou emocionais que os pacientes com autismo apresentem, como agressividade, ansiedade, problemas de atenção, compulsões extremas que a criança não pode controlar, hiperatividade, impulsividade, irritabilidade, alterações de humor, surtos, dificuldade para dormir e ataques de raiva.


Dieta
Nem todos os especialistas concordam que as mudanças na dieta fazem diferença, nem todas as pesquisas sobre esse método mostraram resultados positivos, mas se você está considerando essas ou outras alterações alimentares como via de tratamento para seu filho, é recomendável uma conversa com um gastroenterologista (especialista no sistema digestório) e com um nutricionista.

Algumas crianças com autismo parecem responder a uma dieta sem glúten ou sem caseína. O glúten é encontrado em alimentos que contêm trigo, centeio e cevada. A caseína é encontrada no leite, no queijo e em outros produtos lácteos.


Outras abordagens
Existem muitos tratamentos anunciados para o autismo que não têm base científica e histórias de "curas milagrosas" que não atendem às expectativas. Se seu filho tem autismo, pode ser útil falar com outros pais de crianças autistas e com especialistas em autismo. Acompanhe o avanço das pesquisas na área, que está se desenvolvendo rapidamente.

Um exemplo desses tratamentos precoce são as infusões de secretina. Houve muita empolgação com esse método de tratamento no passado. Agora, depois de muitas pesquisas realizadas em vários laboratórios, é possível que a secretina não faça nenhum efeito para crianças com autismo. No entanto, as pesquisas continuam.


Prevenção
Não há uma fórmula correta para prevenir o autismo, mas estudos recentes mostram que o papel da herança genética para o desenvolvimento do transtorno não é tão grande como se supunha. Os genes desempenham 50% das chances de uma criança vir a ter autismo. Ou seja, em pelo menos metade dos casos não há muito o que fazer contra a genética humana. Mas os outros 50% correspondem a fatores externos, muito relacionados ao ambiente em que a criança cresce e a hábitos comportamentais. Isso abre um campo enorme de pesquisa, especialmente no que diz respeito à prevenção do autismo.



Fontes e Referências
  • Revisado por Dra. Evelyn Vinocur, psiquiatra e mestre em neuropsiquiatria pela Universidade Federal Fluminense (UFF) e psicoterapeuta cognitivo comportamental, especializada em Saúde Mental da Infância e Adolescência pela Santa Casa de Misericórdia do Estado do Rio de Janeiro (SCMRJ) e pela Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ). Membro associado da Associação Brasileira de Psiquiatria (CRM-RJ: 303514)
  • DSM-V, American Psychiatric Association - Manual de Diagnóstico e Estatístico de Distúrbios Mentais 5ªed. Edit. Artes Médicas
  • Organização Mundial da Saúde (OMS)
  • Journal of American Medical Association (JAMA)


FONTE: Minha Vida

Diário de Professora de Uma Criança Autista - Capítulo 5

Agosto, 2014
Diário,
os desafios continuam dia após dia...
Voltamos das férias e pelo que vejo, as mesmas não fizeram bem ao Gustavo; a mãe dele me confirmou isso.
Ele voltou à escola muito, muito, muito agitado! Chorando demais. Descontrolado ao máximo. Claro que ficamos preocupados, pois com essa agitação toda ele, geralmente, se bate, bate nos colegas e a nossa atenção precisa estar redobrada. Com o andamento das aulas ele vai se acalmando mais. Tenho percebido também, que tanta agitação mais parece noite mal dormida. A gente que é mãe sabe quando um filho não dormiu bem a noite e em muitos momentos, quando o Gustavo está agitado e chorando muito, coloca a mão nos olhos, como quem está com muito sono.
Porém, ele não se deita para dormir e a gente fica sem saber o que fazer.
Temos usado algumas alternativas para ver se surtem efeito.
Sair com ele para dar uma volta pela escola (se bem que eu não concordo muito com esse negócio de sair da sala, mas ele até que se acalma mais);
dar um brinquedo para entreter-lo.
No entanto, o Gustavo precisa aprender a seguir uma rotina que é imposta a todos igualmente. Não tem cabimento sair para passear na hora da atividade.
A hora da atividade é a hora de fazer a tarefa e não de passear. Só concordo que ele deva sair um pouco da sala quando a agitação é extrema. Mas passar por cima da rotina não é o melhor a se fazer em momento nenhum.
Antes das férias, tivemos na escola uma apresentação do pessoal do Mais Educação. A turma de capoeira se apresentou para as crianças da Educação Infantil e adivinhem que foi o primeiro a entrar na roda? Ele mesmo, Gustavinho em pessoa, rsrsr
Ficou no meio da roda e dançou até o final da música, ao som do pandeiro e do berimbau.
A medida em que ele dançava batia a mão perto do queixo, parecia se movimentar ao ritmo dos instrumentos (quarta foto abaixo).
Eu querendo tirar ele do meio, para não atrapalhar a apresentação, mas fui repreendida pelo monitor da turma que me disse educadamente: "Deixa ele tia, pode deixar".
Deixei, rsrs!
Enfim, espero que ele retome a rotina na escola e se acalme com o tempo. Eu sei que deveria dar mais atenção ao Gustavo, inclusive em conversar mais com a mãe dele. Tenho planos de ir na casa dele, saber em que tipo de ambiente ele vive. Eu vou fazer isso, só não sei quando. A vida anda tão corrida; mas um dia dá certo e eu volto aqui pra contar tudinho.
Antes de terminar, quero deixar uma foto (última) de um momento que me marcou profundamente e não me pergunte o porquê; eu não saberia responder! 
Simplesmente achei lindo aquele olhar admirado do Gugu, ao sentir e ver a chuva fina caindo nele. 
Achei lindo. Achei sublime; algo além do que posso entender e tentar explicar! Com certeza a imagem vale muito mais que mil palavras.
Até a próxima diário!

Por Jaqueline Tavares






P.S.: Pedi a devida autorização dos pais do Gustavo para publicar sobre ele (textos e fotos) no meu blog e eles permitiram atenciosamente. Esse texto é de autoria minha baseado em experiências diárias; por favor colocar créditos (fonte e autoria) caso você queira mostrar em seu blog e/ou site.

quarta-feira, 10 de junho de 2015

Onde Estão os Pastores de Crianças? Parte 6

Enfrentando as estratégias do inimigo
Este é o 6º artigo dentro do tema central ONDE ESTÃO OS PASTORES DE CRIANÇAS, com a convicção que a atividade que melhor representa aquele que trabalha com as crianças é a atividade de um pastor.

Jesus é quem fala do pastor que sai a procura da ovelha perdida e associa esta linda imagem ao fato de que é de suma importância buscar as crianças que estão perdidas, porque não é da vontade do Pai Celestial que nenhum pequenino se perca (Mateus 18:10-14). Sim, o pastor é aquele que procura o cordeiro perdido.

Chega de pajear, de entreter ou de meramente “ensinar” crianças. Elas necessitam, já, de pastoreio. Que os líderes em cada uma das igrejas locais tenham a visão correta sobre o ministério entre os pequeninos! Que os pais aceitem o desafio de se tornarem “pastores” de seus próprios filhos!

Além de buscar crianças perdidas e alimentar as que já receberam a Jesus Cristo como seu Senhor e Salvador, uma terceira atividade do pastor é livrar o cordeiro quando atacado pelas feras.

Já vimos alguns dos ataques do inimigo para dominar a mente das crianças, mas há ainda mais:

ESTRATÉGIA SUTIL DO INIMIGO
Nessa guerra, que parece que ninguém vê nem percebe, há bombas lançadas nas mentes de líderes de igrejas evangélicas, para cegá-los quanto às necessidades espirituais das crianças. Muitos assimilaram ideias que não estão de acordo com a Palavra de Deus, e raciocinam que só depois dos 13 anos é que uma criança pode ser evangelizada. Ora, nessa idade já é tarde, embora para Deus nunca seja tarde demais.

Infelizmente, não se percebe que o melhor tempo para conduzir as crianças a Cristo é nos primeiros anos, começando desde quando são bebês, aproveitando muito bem o período de ouro quando são pré-escolares, durante os anos que estão nos estudos da fase fundamental e tendo a bênção de ver as crianças já nascidas de novo antes mesmo de entrarem na pré-adolescência.

O fato é que o índice dos que recebem a Cristo antes dos 15 anos de idade é sempre muito superior ao de que qualquer outra faixa etária, levando líderes cristãos como George Barna a dizer que se uma pessoa não vier a Cristo antes dos 15 anos de idade as chances desta pessoa vir a se converter é bem pequena.

Charles Spurgeon também “brigou”, e muito, pela evangelização e discipulado das crianças, afirmando em certa ocasião: “Espero que você não esteja entre aqueles que esperam ver suas crianças convertidas apenas quando forem crescidas, e sente-se satisfeito ao deixá-las permanecer em seus pecados enquanto são crianças. Espero que você ore pela conversão das crianças enquanto são crianças, e esteja trabalhando neste sentido com a ajuda graciosa do Espírito. Se você estiver fazendo isto, não conheço qualquer outro serviço mais adequado para incluir os anjos do céu se lhes fosse permitido fazê-lo”.

CRIANÇAS TOCADAS COM MÃOS IMUNDAS
A violência da ação maligna contra a infância acontece de maneira surpreendente nos casos de abusos, sejam verbais, sejam físicos, sejam sexuais. O alto índice de pedofilia, a exploração sexual de crianças e a pornografia têm sido uma realidade cada vez mais presente na sociedade e, vergonhosamente, dentro dos ambientes chamados “evangélicos”.

É preciso estar atento, como pastor cuidadoso, para verificar que todos os cordeirinhos estejam íntegros, sem marcas de mãos sujas em seus corpos.

É preciso estar atento para verificar se as crianças estão sendo impedidas de falar, sendo obrigadas a permanecer em silêncio, sendo ameaçadas pelos “lobos” que sempre aparecem vestidos de ovelhas. É preciso estar atento para que, inclusive certos “pastores”, não se aproveitem para macular as ovelhas.

O verdadeiro pastor vai denunciar os abusos de qualquer ordem contra as crianças. O verdadeiro pastor vai abrir a boca a favor dos pequeninos, que muitas vezes são ameaçados para que fiquem calados. Quantos cordeirinhos sofrendo em silêncio!

O verdadeiro pastor, que busca a ovelha perdida, que nutre com a sã Palavra de Deus os cordeirinhos, vai proteger e defender as ovelhas. Para ele, o texto de Provérbios 31:8 é levado a sério: “Abre a tua boca a favor do mudo, pelo direito de todos os que se acham desamparados”. Abrir a boca a favor do mudo é abrir a boca a favor dos que não têm voz. Quem vai falar pelas crianças?

No próximo número continuaremos considerando as estratégias do inimigo.
Gilberto Celeti
FONTE: APEC

Onde Estão os Pastores de Crianças? Parte 5

O Pastor livra o cordeiro dos animais ferozes
Estamos considerando, sem nenhuma dúvida, que a atividade que melhor representa aquele que trabalha com as crianças é a atividade de um pastor.
Jesus é quem fala do pastor que sai a procura da ovelha perdida e associa esta linda imagem ao fato de que é de suma importância buscar as crianças que estão perdidas, porque não é da vontade do Pai Celestial que nenhum pequenino se perca (Mateus 18:10-14). Sim, o pastor é aquele que procura o cordeiro perdido.

A INCUMBÊNCIA DADA POR JESUS
Jesus é quem dá a Pedro a incumbência de apascentar os cordeirinhos e pastorear as ovelhas, que traz também essa imagem preciosa do cuidado que tem o pastor em suprir as necessidades de alimento, de direção, de cuidado, tanto das crianças como dos adultos (João 21:15-17). Sim, o pastor é aquele que alimenta o cordeiro de Cristo.
O pastor é aquele que conhece os cordeirinhos e as ovelhas pelo nome. Como já foi mencionado, tios, tias, professores, professoras, palhaços, palhaças, monitores, voluntários e tantos outros, embora sejam úteis no trabalho entre os pequeninos, não podem jamais ocupar o lugar dos que pastoreiam as crianças.
Chega de pajear, de entreter ou de meramente “ensinar” crianças. Elas necessitam, já, de pastoreio. Que os líderes em cada uma das igrejas locais tenham a visão correta sobre o ministério entre os pequeninos! Que os pais aceitem o desafio de se tornarem “pastores” de seus próprios filhos!
Além de buscar crianças perdidas e alimentar as que já receberam a Jesus Cristo como seu Senhor e Salvador, uma terceira atividade do pastor é livrar o cordeiro quando atacado pelas feras.

O PASTOR LIVRA A OVELHA QUANDO ATACADA PELOS ANIMAIS FEROZES
Há uma guerra real acontecendo. O objetivo é dominar as mentes das crianças. Muita gente não percebe. Trata-se de uma guerra invisível, das forças de Satanás, para capturar os cérebros infantis. Quem conseguir dominar estas mentes ganhará o futuro.
Não há percepção desta batalha, pois não é visível. Não se consegue visualizar o que está acontecendo na esfera espiritual. As pessoas percebem as guerras que acontecem ao redor do mundo porque essas imagens chegam todos os dias pelos noticiários. Há cenas horríveis de crianças esqueléticas por causa da fome, dos bairros destruídos por bombas, das crueldades, dos tiroteios, das barbáries, dos choros e lamentos, das tragédias e das catástrofes, das cenas de desolação e morte.

ESTRATÉGIAS DO INIMIGO
E a guerra espiritual para dominar a mente das crianças e da juventude, quem a observa? Quem se choca? Satanás age de maneira estratégica quando investe na mente infantil, lançando mão de suas setas destruidoras: a pornografia, a sexualidade precoce, a exploração sexual das crianças, os jogos, as brigas, etc.
Quantas vidas estão sendo destruídas e ficando miseráveis? As crianças estão sendo ensinadas, por exemplo, a olharem a homossexualidade como algo normal. Isso é um ataque às suas mentes. Quem percebe estes ataques destruidores às mentes das crianças, através de filmes, jogos e livros?
As famílias estão sendo bombardeadas! Não há filme ou novela que não lance essas granadas mortíferas para desestabilizar, descaracterizar e destruir a família. A família está sendo arrebentada, quebrada. Famílias fracas, com crianças deprimidas que buscam nas drogas algum tipo de escape, são ataques às mentes das crianças. O ódio de Satanás pelas crianças fica patente no elevadíssimo índice de abortos que se pratica diariamente, em toda parte. O número de abortos revela uma crueldade imensa.
As crianças têm as suas mentes bombardeadas através de jogos e vídeos em que a violência e o satanismo seguem de mãos dadas. Os jogos de RPG, por exemplo, incentivam o mal. Quanto mais o jogador for perverso, quanto mais maldades cometer, obterá um resultado melhor na pontuação do jogo. É um verdadeiro absurdo! E as crianças estão sendo ensinadas assim.

No próximo número continuaremos considerando as estratégias do inimigo.
Gilberto Celeti
Fonte: APEC

O Amor de Deus em Forma de Música - Ministério Infantil Watoto

Olá meus queridos amigos tudo bem com vocês?
Hoje trouxe um vídeo maravilhoso onde tudo nele (crianças, música, dança, alegria, adoração) exala o amor de Deus. É incrível: você ouve a canção olhando em cada rostinho, em cada sorriso, impossível não ver Deus!!! Assista!

Facebook: Watoto Brasil 
Site: Watoto



Letra da Música
Tradução
(Be exalted)

Seja exaltado
Ó Senhor, nosso Deus
Oh, sim, você reina

Ooooo
Te engrandecemos

Poderoso
(Tu nunca falhas)
Salvador
(Nos ama)
Infalível 
(Nunca muda)
Jesus
(Te amo pra sempre)

Te engrandecemos....

Seja exaltado
Ó Senhor, nosso Deus
Oh, sim, você Reina

Psicomotricidade - Tapete e Balões

Olá pessoal, tudo bem?
Essas fotos são de uma atividade que fiz com minhas crianças na sala (2014). Como os fins de ano são geralmente muito agitados, eu ainda não tinha tido tempo de colocar muitas coisas aqui no blog e vou ter que colocar, mesmo atrasada.
Para essa atividade você vai precisar de um tapete grande de TNT (tecido não tecido) e de balões. A brincadeira tem como objetivo não deixar que os balões caiam no chão. As crianças vão mexer o tapete, mas os balões devem permanecer em cima dele.
Muito pode ser trabalhado nessa simples brincadeira:
Percepção visual
As crianças devem estar atentas à colocação dos balões, mas não podem soltar o tapete.
Cores
Perguntar às crianças a cor de cada balão que vai sendo colocado no tapete.
Quantidades
À medida em que vamos colocando os balões, vamos perguntando "E agora, quantos balões estão no tapete?".

 Fiquem com Deus                                             

Psicomotricidade - Pular Dentro do Bambolê

Materiais: 5 bambolês
Objetivos: Trabalhar dentro/fora; atenção e concentração. Aprimorar o salto e o equilíbrio de forma lúdica em construção da atividade desenvolvida.
Desenvolvimento: As crianças precisam pular dentro dos bambolês sem pisar nos mesmos, com os pés juntos.