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Blog da Tia Jaque

Educação Infantil e Cristã



Ei, psiu...

                             

domingo, 15 de outubro de 2017

Bilhetinho Outubro Rosa - Para Agenda


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sábado, 7 de outubro de 2017

Para Agenda - Bilhetinhos (Preto e Branco) Para Atividades 2 - Turma da Mônica

Arquivo PDF com 8 bilhetinhos diferentes

Para Agenda Escolar - Bilhetinhos Para Atividades de Casa - Maçã

 BILHETINHO PARA MENSAGENS RÁPIDAS

Bilhetinhos Para Agenda Escolar (1)

Fonte: Cantinho do Blog

Como Ensinar Nossas Crianças Que Ninguém Pode Tocar no Corpo Delas

Texto de Fabiana Santos, do blog Tudo Sobre a Minha Mãe

O assunto é incômodo mas faz parte daquele grupo de questões que a gente não pode fugir de encarar. Estou falando objetivamente da gente saber como ensinar nossas crianças, mesmo pequenas, a não se tornarem vītimas de abuso físico ou sexual. Por favor, este post é um serviço. Não passe batido.

Pensando nos meus filhos e nos seus, eu pesquisei a respeito do que os americanos – que dão muita importância para o assunto – trazem para ser tratado de forma inteligente. Já foi o tempo que eu achava isso exagerado, hoje concordo demais que é muito, muito melhor prevenir. Então vamos às dicas que eu consegui reunir:


1 - Meu corpo é meu: a criança deve entender que o corpo dela lhe pertence, que ninguém tem direito, nem por brincadeira, de ficar tocando nela de forma que a deixe constrangida. Eu sei que a cultura brasileira aceita beijos e abraços sem ter fim. Eu sou assim e meus filhos também. Mas é preciso sinceramente evitar abraços e beijos para desconhecidos ou pouco conhecidos. Uma criança jamais deve ser obrigada a ter contato físico com quem ela não quer.

2 - A lista das pessoas confiáveis: a criança precisa ter a certeza de quem ela pode contar. Quem são estas pessoas: o papai, a mamãe, a vovó, a professora? Que sejam. Mas vai ser muito importante para ela que os pais identifiquem estas pessoas deixando bem claro que a criança tem a quem recorrer, quem ela realmente deve confiar.

3 - Partes íntimas: ninguém toca nas minhas partes íntimas é uma mensagem muito importante que as crianças precisam receber. Ninguém pode pedir que eu toque as partes íntimas dela também. Outra informação importante para as crianças é de que ninguém deve mostrar fotos de partes íntimas para ela. A criança precisa saber que pode contar para sua lista de pessoas confiáveis se algo do tipo acontecer.

4 - Ninguém pode ter segredo desconfortável: a criança tem que ter o ensinamento de que não pode ter segredo com ninguém que peça para algo não ser contado e que a faça se sentir mal ou incomodada com isso. Se isso vier a acontecer, ela também precisa ser ensinada a falar para alguém do seu grupo de pessoas confiáveis sobre essa história de segredo.

5 - Nenhum adulto desconhecido pede ajuda a criança: essa eu achei uma regra de ouro. Os pais devem esclarecer aos filhos que não existe essa história de um adulto desconhecido pedir ajuda para criança (seja na porta da escola, na pracinha, no playground…). Que fique bem claro na cabecinha delas: adultos não precisam de ajuda de criança, isso não existe. Adulto pede ajuda a outro adulto. Com isso em mente, as crianças não titubeiam em dizer não, mesmo que os pais tenham ensinado a elas que elas precisam ser gentis. Assim se alguém abordá-los dessa forma, elas jamais devem seguir ou acreditar nessa pessoa.
Fabiana Santos é jornalista, mãe de Alice, de 5 anos, e de Felipe, de 12 anos. Eles moram em Washington-DC. No ano passado, para ser voluntária na escola da filha, ela precisou fazer um curso para reconhecer e relatar abusos ou negligências cometidos a alguma criança. Este curso, em grande parte dos distritos escolares americanos, é obrigatório e gratuito.

Direcione Seu Olhar


Direcione Seu Olhar

Quando estiver em dificuldade, 

e pensar em desistir, 
lembre-se dos obstáculos que já superou. 
Olhe para trás. 

Se tropeçar e cair, levante, 
não fique prostrado, 
esqueça o passado. 
Olhe para frente. 

Ao sentir-se orgulhoso 
por alguma realização pessoal, 
sonde suas motivações. 
Olhe para dentro. 

Antes que o egoísmo o domine, 
enquanto seu coração é sensível 
socorra aos que o cercam. 
Olhe para os lados. 

Na escalada rumo às posições, 
no afã de concretizar seus sonhos, 
observe se não está pisando em alguém. 
Olhe para baixo. 

Em todos os momentos da vida, 
seja qual for sua atividade, 
busque a aprovação de Deus. 
Olhe para cima!

segunda-feira, 2 de outubro de 2017

Vídeo Sobre Letras Cursivas Excluído no Canal

Olá!
Há alguns dias atrás, postei um vídeo no meu canal, com minha opinião pessoal sobre as escritas cursiva e de bastão. Opinião essa que tem como base a minha prática como professora há mais ou menos 13 anos de docência na Educação Infantil. 
No vídeo, falei o que acho exatamente da forma como eu falo pra qualquer pessoa que debata o assunto comigo. Fui eu mesma do começo ao fim e não me arrependo de nada que falei - nem mesmo de dizer que a escrita bastão é feia (e ela realmente é).

Para a minha surpresa alguém fez um comentário e para a minha terrível surpresa era um comentário que rebaixava totalmente tudo que eu disse. Como você pode ler o print do comentário na imagem abaixo:
(coloquei uma imagem sobre a foto dessa pessoa, porque, ao contrário dela, eu não estou aqui para humilhá-la em público e não vou descer ao "nível de deseducação" dela)

É importante salientar que, o vídeo, se tratava de uma opinião pessoal e não sou nenhuma MEGA especialista teórica no assunto, admito; porém, como tudo que faço ou digo aqui, são coisas que tem a ver com a minha prática cotidiana e que geralmente dão certo.
A pessoa distorceu as minhas palavras e levou o assunto para um nível que não tinha relação nenhuma com o que falei lá...
Percebe-se de que se trata de alguém muito "estudada", "educada" e que esqueceu completamente de RESPEITAR a opinião alheia e não mediu esforços em REBAIXAR, DESPREZAR, MENOSPREZAR, DEPRECIAR tudo que estava relacionado ao vídeo, à minha opinião e consequentemente a minha pessoa.

Minha resposta ao comentário dela:

E sim, eu excluí o vídeo. Não por conta do comentário dela, mas que eu realmente fiquei triste em ser menosprezada dessa forma, ahhh eu fiquei e muito.

Razão pela qual excluí o vídeo:
1 - A edição ficou péssima, pois eu uni os vídeos do meu stories no instagram, e como sou meio perfeccionista, não gostei de como ficou e ia refazer tudo. Só que eu já tinha deletado os vídeos menores, então perdi todo o material da edição. E sim, me arrependi de ter excluído o vídeo do youtube!! (afff)

Enfim,
deixo uma frase para esses tipos de pessoas que adoram rebaixar outras por se acharem "doutores" do conhecimento e se sentirem superiores e melhores:

Abraço,
        Jaque

segunda-feira, 18 de setembro de 2017

O Que é o TDAH

O que é o TDAH?
O Transtorno do Déficit de Atenção com Hiperatividade (TDAH) é um transtorno neurobiológico, de causas genéticas, que aparece na infância e freqüentemente acompanha o indivíduo por toda a sua vida. Ele se caracteriza por sintomas de desatenção, inquietude e impulsividade. Ele é chamado às vezes de DDA (Distúrbio do Déficit de Atenção). Em inglês, também é chamado de ADD, ADHD ou de AD/HD.

Existe mesmo o TDAH?
Ele é reconhecido oficialmente por vários países e pela Organização Mundial da Saúde (OMS). Em alguns países, como nos Estados Unidos, portadores de TDAH são protegidos pela lei quanto a receberem tratamento diferenciado na escola.

Não existe controvérsia sobre a existência do TDAH?
Não, nenhuma. Existe inclusive um Consenso Internacional publicado pelos mais renomados médicos e psicólogos de todo o mundo a este respeito. Consenso é uma publicação científica realizada após extensos debates entre pesquisadores de todo o mundo, incluindo aqueles que não pertencem a um mesmo grupo ou instituição e não compartilham necessariamente as mesmas idéias sobre todos os aspectos de um transtorno.

Por que algumas pessoas insistem que o TDAH não existe?
Pelas mais variadas razões, desde inocência e falta de formação científica até mesmo má-fé. Alguns chegam a afirmar que “o TDAH não existe”, é uma “invenção” médica ou da indústria farmacêutica, para terem lucros com o tratamento.

No primeiro caso se incluem todos aqueles profissionais que nunca publicaram qualquer pesquisa demonstrando o que eles afirmam categoricamente e não fazem parte de nenhum grupo científico. Quando questionados, falam em “experiência pessoal” ou então relatam casos que somente eles conhecem porque nunca foram publicados em revistas especializadas. Muitos escrevem livros ou têm sítios na Internet, mas nunca apresentaram seus “resultados” em congressos ou publicaram em revistas científicas, para que os demais possam julgar a veracidade do que dizem.

Os segundos são aqueles que pretendem “vender” alguma forma de tratamento diferente daquilo que é atualmente preconizado, alegando que somente eles podem tratar de modo correto.

Tanto os primeiros quanto os segundos afirmam que o tratamento do TDAH com medicamentos causa conseqüências terríveis. Quando a literatura científica é pesquisada, nada daquilo que eles afirmam é encontrado em qualquer pesquisa em qualquer país do mundo. Esta é a principal característica destes indivíduos: apesar de terem uma “aparência” de cientistas ou pesquisadores, jamais publicaram nada que comprovasse o que dizem.

Veja um texto a este respeito e a resposta dos Professores Luis Rohde e Paulo Mattos:

Why I Believe that Attention Deficit Disorder is a Myth

Porque desinformação, falta de raciocínio científico e ingenuidade constituem uma mistura perigosa

O TDAH é comum?
Ele é o transtorno mais comum em crianças e adolescentes encaminhados para serviços especializados. Ele ocorre em 3 a 5% das crianças, em várias regiões diferentes do mundo em que já foi pesquisado. Em mais da metade dos casos o transtorno acompanha o indivíduo na vida adulta, embora os sintomas de inquietude sejam mais brandos.

Quais são os sintomas de TDAH?

O TDAH se caracteriza por uma combinação de dois tipos de sintomas:

1) Desatenção

2) Hiperatividade-impulsividade
O TDAH na infância em geral se associa a dificuldades na escola e no relacionamento com demais crianças, pais e professores. As crianças são tidas como “avoadas”, “vivendo no mundo da lua” e geralmente “estabanadas” e com “bicho carpinteiro” ou “ligados por um motor” (isto é, não param quietas por muito tempo). Os meninos tendem a ter mais sintomas de hiperatividade e impulsividade que as meninas, mas todos são desatentos. Crianças e adolescentes com TDAH podem apresentar mais problemas de comportamento, como por exemplo, dificuldades com regras e limites.

Em adultos, ocorrem problemas de desatenção para coisas do cotidiano e do trabalho, bem como com a memória (são muito esquecidos). São inquietos (parece que só relaxam dormindo), vivem mudando de uma coisa para outra e também são impulsivos (“colocam os carros na frente dos bois”). Eles têm dificuldade em avaliar seu próprio comportamento e quanto isto afeta os demais à sua volta. São freqüentemente considerados “egoístas”. Eles têm uma grande freqüência de outros problemas associados, tais como o uso de drogas e álcool, ansiedade e depressão.

Quais são as causas do TDAH?
Já existem inúmeros estudos em todo o mundo – inclusive no Brasil – demonstrando que a prevalência do TDAH é semelhante em diferentes regiões, o que indica que o transtorno não é secundário a fatores culturais (as práticas de determinada sociedade, etc.), o modo como os pais educam os filhos ou resultado de conflitos psicológicos.

Estudos científicos mostram que portadores de TDAH têm alterações na região frontal e as suas conexões com o resto do cérebro. A região frontal orbital é uma das mais desenvolvidas no ser humano em comparação com outras espécies animais e é responsável pela inibição do comportamento (isto é, controlar ou inibir comportamentos inadequados), pela capacidade de prestar atenção, memória, autocontrole, organização e planejamento.

O que parece estar alterado nesta região cerebral é o funcionamento de um sistema de substâncias químicas chamadas neurotransmissores (principalmente dopamina e noradrenalina), que passam informação entre as células nervosas (neurônios).
Existem causas que foram investigadas para estas alterações nos neurotransmissores da região frontal e suas conexões.

A) Hereditariedade:
Os genes parecem ser responsáveis não pelo transtorno em si, mas por uma predisposição ao TDAH. A participação de genes foi suspeitada, inicialmente, a partir de observações de que nas famílias de portadores de TDAH a presença de parentes também afetados com TDAH era mais freqüente do que nas famílias que não tinham crianças com TDAH. A prevalência da doença entre os parentes das crianças afetadas é cerca de 2 a 10 vezes mais do que na população em geral (isto é chamado de recorrência familial).

Porém, como em qualquer transtorno do comportamento, a maior ocorrência dentro da família pode ser devido a influências ambientais, como se a criança aprendesse a se comportar de um modo “desatento” ou “hiperativo” simplesmente por ver seus pais se comportando desta maneira, o que excluiria o papel de genes. Foi preciso, então, comprovar que a recorrência familial era de fato devida a uma predisposição genética, e não somente ao ambiente. Outros tipos de estudos genéticos foram fundamentais para se ter certeza da participação de genes: os estudos com gêmeos e com adotados. Nos estudos com adotados comparam-se pais biológicos e pais adotivos de crianças afetadas, verificando se há diferença na presença do TDAH entre os dois grupos de pais. Eles mostraram que os pais biológicos têm 3 vezes mais TDAH que os pais adotivos.

Os estudos com gêmeos comparam gêmeos univitelinos e gêmeos fraternos (bivitelinos), quanto a diferentes aspectos do TDAH (presença ou não, tipo, gravidade etc…). Sabendo-se que os gêmeos univitelinos têm 100% de semelhança genética, ao contrário dos fraternos (50% de semelhança genética), se os univitelinos se parecem mais nos sintomas de TDAH do que os fraternos, a única explicação é a participação de componentes genéticos (os pais são iguais, o ambiente é o mesmo, a dieta, etc.). Quanto mais parecidos, ou seja, quanto mais concordam em relação àquelas características, maior é a influência genética para a doença. Realmente, os estudos de gêmeos com TDAH mostraram que os univitelinos são muito mais parecidos (também se diz “concordantes”) do que os fraternos, chegando a ter 70% de concordância, o que evidencia uma importante participação de genes na origem do TDAH.

A partir dos dados destes estudos, o próximo passo na pesquisa genética do TDAH foi começar a procurar que genes poderiam ser estes. É importante salientar que no TDAH, como na maioria dos transtornos do comportamento, em geral multifatoriais, nunca devemos falar em determinação genética, mas sim em predisposição ou influência genética. O que acontece nestes transtornos é que a predisposição genética envolve vários genes, e não um único gene (como é a regra para várias de nossas características físicas, também). Provavelmente não existe, ou não se acredita que exista, um único “gene do TDAH”. Além disto, genes podem ter diferentes níveis de atividade, alguns podem estar agindo em alguns pacientes de um modo diferente que em outros; eles interagem entre si, somando-se ainda as influências ambientais. Também existe maior incidência de depressão, transtorno bipolar (antigamente denominado Psicose Maníaco-Depressiva) e abuso de álcool e drogas nos familiares de portadores de TDAH.

B) Substâncias ingeridas na gravidez:
Tem-se observado que a nicotina e o álcool quando ingeridos durante a gravidez podem causar alterações em algumas partes do cérebro do bebê, incluindo-se aí a região frontal orbital. Pesquisas indicam que mães alcoolistas têm mais chance de terem filhos com problemas de hiperatividade e desatenção. É importante lembrar que muitos destes estudos somente nos mostram uma associação entre estes fatores, mas não mostram uma relação de causa e efeito.

C) Sofrimento fetal:
Alguns estudos mostram que mulheres que tiveram problemas no parto que acabaram causando sofrimento fetal tinham mais chance de terem filhos com TDAH. A relação de causa não é clara. Talvez mães com TDAH sejam mais descuidadas e assim possam estar mais predispostas a problemas na gravidez e no parto. Ou seja, a carga genética que ela própria tem (e que passa ao filho) é que estaria influenciando a maior presença de problemas no parto.

D) Exposição a chumbo:
Crianças pequenas que sofreram intoxicação por chumbo podem apresentar sintomas semelhantes aos do TDAH. Entretanto, não há nenhuma necessidade de se realizar qualquer exame de sangue para medir o chumbo numa criança com TDAH, já que isto é raro e pode ser facilmente identificado pela história clínica.

E) Problemas Familiares:
Algumas teorias sugeriam que problemas familiares (alto grau de discórdia conjugal, baixa instrução da mãe, famílias com apenas um dos pais, funcionamento familiar caótico e famílias com nível socioeconômico mais baixo) poderiam ser a causa do TDAH nas crianças. Estudos recentes têm refutado esta idéia. As dificuldades familiares podem ser mais conseqüência do que causa do TDAH (na criança e mesmo nos pais).

Problemas familiares podem agravar um quadro de TDAH, mas não causá-lo.

F) Outras Causas
Outros fatores já foram aventados e posteriormente abandonados como causa de TDAH:
1. corante amarelo
2. aspartame
3. luz artificial
4. deficiência hormonal (principalmente da tireóide)
5. deficiências vitamínicas na dieta.
Todas estas possíveis causas foram investigadas cientificamente e foram desacreditadas.

Fonte: ABDA

TDAH - Teste Para Crianças

Carlos Costa
O Transtorno de Déficit de Atenção e Hiperatividade (TDAH) é considerado hoje um problema enfrentado por muitas crianças, porém temos que tomar muito cuidado para não diagnosticar as crianças de forma irresponsável. Este TDAH teste informal para crianças, traz uma lista de verificação de sintomas que você pode tomar como base para avaliar se a criança pode sofrer de TDAH e dessa forma poder buscar ajuda profissional para um diagnóstico preciso.


TDAH Teste Para Crianças
Você vê sinais de TDAH em seu filho? Você suspeita que ele ou ela tenha dificuldade para se concentrar, controlar impulsos e fazer amigos?

ATENÇÃO: este TDAH teste para crianças é informal, e seu resultado não substitui de forma alguma um diagnóstico profissional!

PARTE UM

A primeira parte do TDAH teste para crianças remete aos sinais de distração. Leia as afirmações e reflita se as mesmas se enquadram no caso da criança.

#1- A criança comete erros por descuido.

#2- A criança tem muita dificuldade em ficar focada em tarefas de casa ou outras tarefas.

#3- A criança raramente termina uma atividade antes de começar outra.

#4- A criança parece não estar prestando atenção quando falam diretamente com ela.

#5- A criança é desorganizada e até mesmo com a ajuda de adultos ela não consegue se organizar.

#6- A criança frequentemente perde coisas, como a lição de casa, pertences pessoais, etc.

#7- A criança tende a evitar tarefas que exigem concentração contínua e esforço mental.

#8- A criança se esquece de fazer as coisas, mesmo que seja lembrada frequentemente.

#9- A criança perde a concentração da tarefa que esta realizando por conta de pequenas distrações.

Se você refletiu e acha que a criança se enquadra em 5 ou mais das afirmações acima, e isso tem sido um problema persistente na vida da criança, tanto em casa quanto na escola, ela pode sofrer de TDAH, é recomendado procurar um profissional capacitado para uma avaliação mais aprofundada.

PARTE DOIS
A segunda parte do TDAH teste para crianças remete a hiperatividade e impulsividade. Leia as afirmações e reflita se as mesmas se enquadram no caso da criança.

#1- As vezes, a criança age como se fosse impulsionada por um motor.

#2- A criança parece estar sempre se mexendo.

#3- Não importa o quanto a criança tente ou você insista, ela não consegue permanecer sentada por muito tempo.

#4- A criança fala muito, mesmo que não tenha muitas coisas a dizer.

#5- Na escola, a criança frequentemente interfere na aula e perturba os outros alunos, pois tem dificuldade em se engajar em atividades tranquilas.

#6- Em casa ou na escola, a criança deixa escapar respostas antes mesmo da pergunta ser feita por inteira.

#7- A criança tem dificuldade em esperar chegar sua vez quando esta em alguma atividade que tem que esperar, e frequentemente não respeita filas, tentando passar na frente das outras crianças.

#8- A criança muitas vezes é intrusiva, e frequentemente interrompe as atividades e as conversas de outras pessoas.

Se você refletiu e pensa que a criança se enquadra em 5 ou mais das afirmações acima, e isso tem sido um problema persistente na vida da criança, tanto em casa quanto na escola, ela pode sofrer de TDAH, é recomendado procurar um profissional capacitado para uma avaliação mais aprofundada.

Este TDAH teste para crianças informal é para ser tomado apenas como um guia geral. Se você acha que seu filho pode ter TDAH, você deve procurar um médico ou outro profissional devidamente licenciado e capacitado para aplicação de um TDAH teste formal, e realizar diversos outros procedimentos e exames para um diagnóstico confiável de TDAH.

Existem diversos tipos de tratamentos disponíveis que podem aliviar substancialmente os sintomas de TDAH, não deixe de procurar ajuda profissional.
Fonte: O Psicólogo Online

Figurinha Dia da Árvore - Para Agenda Escolar

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