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EDUCAÇÃO INFANTIL E EDUCAÇÃO CRISTÃ PARA CRIANÇAS



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"Eu não tinha me dado conta de que havia tido o melhor sonho de toda a minha vida."

"Eu não tinha me dado conta de que havia tido o melhor sonho de toda a minha vida."
Sonho que tive sobre o arrebatamento da igreja de Cristo.

CRIANÇA DESAPARECIDA: JOÃO RAFAEL KOVALSKI, 2 anos.

CRIANÇA DESAPARECIDA: JOÃO RAFAEL KOVALSKI, 2 anos.
João Rafael Kovalski desapareceu do quintal da sua casa, em Adrianópolis, região metropolitana de Curitiba, estado do Paraná (BRASIL) no dia 24 de agosto do ano de 2013. Quem tiver alguma informação pode entrar em contato pelo telefone (41) 3224-6822, ou ainda, entre em contato com uma unidade da Polícia Federal ou envie e-mail para desaparecidos@dpf.gov.br.

Você é muito importante!

                             

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domingo, 19 de abril de 2015

Sugestões de Como Trabalhar Com o Caderno de Desenhos

Olá queridos(as), como vocês estão??
Essa semana na minha sala, o caderno de desenho foi muito utilizado para diversos fins. Quando se ouve falar em caderno de desenho é óbvio que ele é usado para desenhar certo? Bom, para mim isso não é uma regra, pois usamos muito bem essa ferramenta, de diversas formas, com nossas crianças de 3 anos. Na minha humilde opinião, o caderno de desenho é algo super necessário na EI (Educação Infantil)  não deixa de ser importante nas séries do Ensino Fundamental, pois incentiva a criatividade dos alunos. Até nós adultos amamos desenhar, é ou não é verdade?? Geralmente há aqueles que fazem questão de deixar claro que não dominam essa arte, mas a verdade é que TODO MUNDO sabe desenhar; uns são mais especialistas no assunto que outros, mas todos conseguem rabiscar alguma coisa. No meu caso, eu sei desenhar alguns personagens de desenhos, mas não consigo (da forma como gostaria) desenhar uma pessoa, por exemplo.
Viu? Todos sabem fazer alguma coisa com lápis e papel e nosso papel como professores de crianças é incentivar esse lado artístico dos pequenos.
Trouxe para vocês algumas sugestões de como trabalhar com o caderno de desenhos na sala de aula; posso dizer, com base nas experiências em minha sala, que são atividades prazerosas, tanto para as crianças, como para os professores que vão suspirar pelos resultados de seus pequenos artistas.

Caderno de Desenho Para Desenhar
Usando o lápis ou o giz de cera, a criança poderá fazer:
  • Um desenho livre - É o desenho que ela quer desenhar; algo que não tenha a influência do professor. Deixe-a à vontade.
  • Um desenho dirigido - É quando o professor fala sobre qual assunto a criança fará seu desenho. Exemplos: desenhar pessoas que moram na sua casa; seu brinquedo preferido; a fruta que mais gosta de comer etc.
Caderno de Desenho Para Treinar Traços
Nesse caso usaremos essa ferramenta para "treinar" o manuseio do lápis e/ou giz através de traços simples ou mesmo mais complexos.
Exemplos: desenhar bolinhas; pingos da chuva; marcar um X (veja um exemplo feito em minha sala aqui); rabiscar etc.  
Não tenha medo; as crianças pequenas são totalmente capazes.

Caderno de Desenho Para Desenhos Relacionados às
Histórias
Geralmente trabalhamos a mesma historinha (ou estorinha) durante toda uma semana e uma das atividades relacionadas a ela é o desenho, que pode ser:
  • do personagem principal.
  • do personagem favorito (perguntar à criança qual personagem ela mais gostou).
  • do objeto principal da história (uma maçã, ou uma bota, uma coroa etc).
Caderno de Desenho Para Colagens
  • Identificar e colar peças de figuras geométricas (ver exemplo da minha sala aqui)
  • Quantidades de um número trabalhado 
  • Montagem de quebra-cabeças simples
  • Mural individual (Dia da Mulher, Dia das Mães, Dia dos Pais, presente de natal etc)
Caderno de Desenho Para Fixar Conteúdos
Desenhar números e quantidades, letras, figuras geométricas, animais domésticos ou selvagens, meios de transportes etc.

Caderno de Desenho Para Colorir
Essa parte eu uso para fixar o nome de uma cor trabalhada. Exemplo com a cor VERDE aqui.

São muitas sugestões ricas que eu faço e dá muito certo. Nada aqui foi tirado de livro nenhum; o que acabei de escrever está baseado na minha vivência como professora e nas atividades que faço com meus alunos e eu espero com isso ajudar vocês a enriquecer suas atividades de classe.

Por Jaqueline Santos

A Importância do Desenho na Pré-Escola

Ensinar a turma a desenhar exige oferecer contato permanente com a produção artística de diferentes lugares e épocas para ampliar o olhar
Carla Soares Martin

INTRODUÇÃO
Crianças em idade pré-escolar adoram desenhar. Traçam círculos imaginários com canudinhos, usam o dedo para rabiscar o vidro embaçado do carro, fazem cenários na areia. Quando têm acesso ao lápis, então, é uma festa. O desenho é uma das formas de expressar o que sentem e pensam sobre si mesmas e o mundo. "Elas passam a entender melhor suas emoções e a mostrar sua interpretação dos valores, conceitos e normas da sociedade, bem como expressar carinho pelos amigos e familiares", diz a psicopedagoga Mônica Cintrão, da Universidade Paulista (Unip), em São Paulo. Além disso, descobrem que é possível inventar e fantasiar. "Qualquer um pode criar um super-herói", completa Paulo Cheida Sans, professor da Faculdade de Artes Visuais da Pontifícia Universidade Católica (PUC) de Campinas, no interior paulista.

Mas é possível ensinar a desenhar? Desde o século 19, duas escolas se alternaram no dia-a-dia: a tradicional, segundo a qual as crianças devem copiar modelos, e a renovada, que defende que eles não precisam de orientação. Hoje, o modelo contemporâneo propõe que o melhor é instigá-los a criar partindo do conhecimento do mundo da arte e da cultura visual. É o que os especialistas chamam de "desenho cultivado". No livro O Desenho Cultivado da Criança: Prática e Formação de Educadores, Rosa Iavelberg, da Faculdade de Educação da Universidade de São Paulo (USP), comenta essas mudanças.

Segundo ela, a escola tradicional pregava que, por não saber desenhar, as crianças precisavam treinar habilidades e cópia para chegar ao referencial de imagens figurativas, cada vez mais próximas da realidade e dos modelos da arte adulta. Nessa época, só havia espaço para a reprodução técnica, marcada pela impessoalidade dos aprendizes, que imitavam formas externas e preconcebidas. Imagens de bichos e objetos também eram apresentadas como atalhos para o ensino de números: a haste de um guarda-chuva virava o 1, a curva do pescoço de um cisne transformava-se no 2. Essas propostas acabaram superadas porque impunham um ponto de vista adulto sobre a aprendizagem sem levar em conta o saber da criança.

DESENHO ESPONTÂNEO
Já a escola renovada do século 20, cujos principais estudiosos foram o francês Georges-Henri Luquet, o austríaco Viktor Lowenfeld e a norte-americana Rhoda Kellogg, via na produção infantil uma forma de entender o desenvolvimento psicológico. Assim, passou-se a valorizar o chamado desenho espontâneo, no qual o professor não podia intervir - bastava criar as condições adequadas para cada um se expressar. Coinfluenciado pelas idéias de Jean Piaget, Luquet defendeu, em 1913, que as crianças têm um "modelo interno" e por isso não copiam os objetos da maneira pela qual os percebe, mas transfigura-os com base nas próprias referências. Lowenfeld segue na mesma linha em Desenvolvimento da Capacidade Criadora, livro de 1947: "O desenho, a pintura ou a construção constituem processos complexos, nos quais a criança reúne diversos elementos de sua experiência para formar um conjunto com um novo significado". Segundo ele, o educador teria a função de ampliar a sensibilidade e aguçar os sentidos da garotada, já que "o homem aprende através dos sentidos".

Na segunda metade do século 20, Rhoda Kellogg pesquisou mais de 300 mil desenhos infantis. Entre outras coisas, descobriu que há muitas representações parecidas de casas, árvores e seres humanos. Para ela, essa constatação é um indício de que o impulso criativo é uma herança comum a toda a humanidade, não restrita a uma cultura ou um país. Rhoda defendeu que a criança é autodidata e que, se não houver interferência inadequada do adulto, vai chegar, desenhando, ao estágio final de crescimento emotivo, intelectual e espiritual. Outro importante legado dessa fase é que o desenho evolui com a idade, das formas mais simples (os rabiscos conhecidos como garatujas) para as mais complexas.

SUBJETIVIDADE E CULTURA
Os trabalhos da escola renovada foram essenciais para acabar com a cópia pura e simples, mas deram margem a uma interpretação antagônica: se as crianças precisam expressar o que vem de "dentro" e, com a idade, traçam formas mais complexas, basta deixá-las desenharem. Essa visão se mostrou incompleta, entre outras coisas, porque constatou-se que, no Ensino Fundamental, muitos alunos paravam de produzir por falta de intervenção do professor. O ponto de equilíbrio veio com a escola contemporânea, nos anos 1980. Essa corrente argumenta que não se deve descartar o processo interno de cada um, mas é essencial aliar a subjetividade à cultura. A expressão "desenho cultivado" foi criada por Rosa Iavelberg em 1993. Ela diz que é preciso oferecer elementos culturais de modo que o acesso a clássicos da história da arte universal, à cultura visual e a diferentes técnicas e materiais possibilite que todos se expressem com mais "saber desenhista".

Se a marca da escola tradicional era a reprodução, e a da renovada, a espontaneidade, o modelo atual privilegia a reflexão e a recriação. Quando a criança quer traçar uma flor, será influenciada naturalmente pelas formas de flores que ela já viu (ao vivo ou em obras de arte). Observa-se aí uma grande diferença das tendências tradicional e renovada. Em vez de elaborar aquela imagem clássica das pétalas em forma de coração (tradicional) ou traçar linhas que em nada remetam ao objeto original (renovada), na escola contemporânea a flor é influenciada por vários modelos prontos, mas com liberdade de expressão.

MUDANÇA DE CONCEITOS
A postura do professor também muda. Se na tradicional o papel era pedir a cópia, e na renovada, abrir espaço para o desenho livre, agora é fundamental garantir que a turma aprenda sobre o desenho e também tenha espaço para escolher o que fazer. O principal ensinamento é que devemos ter uma visão mais ampla do que é arte visual, para além de telas e desenhos no papel. Fotos, outdoors, esculturas, instalações, objetos do cotidiano e histórias em quadrinho são parte da cultura visual e merecem ser trabalhados em sala. Você pode ainda levar rótulos de embalagens, chamar a atenção para a marca das roupas, dos tênis e das mochilas e montar um espaço para gibis, revistas e catálogos. Fora dos muros escolares, uma boa pedida é ver o estilo de numeração das casas.

Outra reorientação conceitual se dá na forma de apresentar os artistas. Ao falar de Alfredo Volpi, por exemplo, é mais importante ater-se à exploração da imagem, mergulhar em suas formas e cores e passar informações relevantes, como a de que ele foi um pintor de paredes. Só fazer com que a meninada reproduza suas telas cheias de bandeirinhas não acrescenta nada à aprendizagem.

A EVOLUÇÃO DO TRABALHO
Assim como não é recomendável apresentar obras de arte com base na estética do bonito ou feio, não é papel da escola avaliar os desenhos o mesmo esse critério. "Esse tipo de avaliação pode causar uma inibição difícil de reverter", diz o professor Cheida Sans. A melhor forma de acompanhar os avanços é evitar comparações e apenas observar o percurso de cada um e suas progressões. Sim, as crianças podem (e devem) evoluir no dia-a-dia, com a supervisão do professor(acompanhe nos quadros desta reportagem duas experiências bem-sucedidas com desenho na pré-escola, uma em Belo Horizonte e outra em Salvador).

Bons caminhos para fazer a turma evoluir incluem planejar atividades que ajudem a desenvolver o olhar, como observar ambientes, fotos, imagens de computador e histórias em quadrinhos; promover conversas sobre o fazer artístico; apresentar artistas e suas obras e, claro, oferecer uma ampla gama de materiais (giz de cera grosso, massinha, pincel, revistas, jornais, catálogos de propaganda, tesoura sem ponta, cola em bastão) e suportes de diferentes tamanhos (papel craft, papel sulfite, panos, painéis, cartolina, tecido, areia, chão, parede).

Os especialistas dizem ainda que é recomendável fazer intervenções no papel: colar figuras ou iniciar traços, para todos completarem. Da mesma forma, o diálogo com outras artes ajuda muito. Dramatizar uma obra ou colocar uma música de época torna o clima mais propício ao desenvolvimento do grupo. Finalmente, é essencial ampliar o contato com obras de arte, seja em visitas a exposições (com objetivos claros, para o antes, o durante e o depois), seja em ateliês de artistas locais.

Se você tem crianças com deficiência na sala, algumas dicas podem ser úteis. Usar uma fruta para explicar uma natureza-morta para cego, por exemplo. Fazer maquetes em relevo com os elementos do quadro usando EVA, lixa ou tapete permite que todos sintam as texturas. "Inclusão não é ter a criança na classe e ponto. É preciso que suas necessidades de aprendizado sejam contempladas", diz a arte-educadora Amanda Fonseca Tojal, coordenadora do Programa Educativo Públicos Especiais da Pinacoteca do Estado de São Paulo.

BIBLIOGRAFIA
  • O Desenho Cultivado da Criança: Prática e Formação de Educadores, Rosa Iavelberg, 112 págs., Ed. Zouk
  • Desenvolvimento da Capacidade Criadora, Viktor Lowenfeld e W. Lambert Brittain, 440 págs., Ed. Mestre Jou
  • Pedagogia do Desenho Infantil, Paulo Cheida Sans, 107 págs., Ed. Alínea
Fonte: Revista Nova Escola

A Importância de Estimular a Arte na Criança

O desenho tem papel fundamental na formação do conhecimento e requer grande consideração no sentido de valorizar desde o início da vida da criança, considerando a bagagem que trás de casa, assim como seu próprio dia-a-dia.

O ato de desenhar deve ser considerado um fator essencial no processo do desenvolvimento da linguagem, bem como uma espécie de documento que registra a evolução da criança.

A criança ao desenhar desenvolve a auto-expressão e atua de forma afetiva com o mundo, opinando, criticando, sugerindo, através da utilização das cores, formas, tamanhos, símbolos, entre outros.

É de ressaltar que o professor deve oferecer para seu aluno a maior diversificação possível de materiais, fornecendo suportes, técnicas, bem como desafios que venham favorecer o crescimento de seu aluno, além de ter consciência de que um ambiente estimulante depende desses fatores colocados, permitindo a exploração de novos conhecimentos.

Partindo do pressuposto de que não são oferecidos tais suportes, a tendência é que o aluno bloqueie sua criatividade, visto que não lhe foram oferecidas tais condições.
A importância de valorizar o desenho desde o início da vida da criança se dá pelo fato da necessidade que o universo infantil tem em ser estimulado, desafiado, confrontado de forma que venha enriquecer as próprias experiências da criança.

Valorizando a arte, ou seja, o desenho na escola, o professor estará levando o aluno a se interessar pelas produções que são realizadas por ele mesmo e por seus colegas, bem como por diversas obras consideradas artísticas a nível regional, nacional e internacional.

Enquanto mediador do conhecimento, o professor é essencial para incentivar o aluno, seja ele pelo caminho da arte ou por outra área do conhecimento, oferecendo os melhores suportes, de forma que venha a somar no crescimento e formação do mesmo.


Por Elen Campos Caiado
Graduada em Fonoaudiologia e Pedagogia
Equipe Brasil Escola
Fonte: Canal do Educador

Blog de Mensagens - Para Onde Iremos Senhor

Olá pessoal, tudo bem??
Trazendo uma novidade para vocês que acompanham o Blog da Tia Jaque. Estou com um novo Blog, agora com mensagens. Tenho aprendido a amar a Palavra do Senhor e quero compartilhar o que Ele coloca no meu coração. Acessem e leiam algumas mensagens que já postei; os comentários serão bem vindos, assim como as críticas e os elogios também. Que o Espírito Santo possa falar a seus corações, pois esta é minha oração.

Acesse

Abraço!
Jaque

sexta-feira, 17 de abril de 2015

As Cores da Salvação Com Ana Paula Valadão Bessa



O Papel dos Pais na Lição de Casa dos Filhos

Um longo estudo realizado na Universidade do Texas (EUA) observou os efeitos do envolvimento dos pais na vida acadêmica dos filhos. Após três décadas de pesquisa e rastreamento de mais de 60 tipos de relação parental na educação, de ajuda com o dever de casa até a realização de trabalho voluntário na escola, cientistas descobriram que – sim, acredite! – alguns tipos de participação, incluindo ajudar com a lição, na verdade puxam o desempenho para baixo. Para a autora do estudo, Keith Robinson, isso está relacionado ao fato de que muitos pais se esquecem – ou nunca entendem completamente – aquilo que a criança está aprendendo e acabam confundindo a cabeça do filho. Abaixo, você confere alguns conselhos para não cair no mesmo erro:

Cuidado com o que fala
A forma como o adulto percebe a lição de casa pode influenciar a relação da criança com a tarefa. Se você fala algo do tipo “termine logo esse dever para a gente sair”, a criança vai introjetar a informação de que aquilo é uma obrigação chata. Perceba como o seu filho enxerga aquela tarefa, se tem dificuldades ou dúvidas, se está se esforçando para terminar. A partir daí, tente ajudá-lo em seus pontos fortes, sempre explicando que a lição de casa é muito importante para ajudá-lo a entender o conteúdo aprendido.

Fique com ela, mas não o tempo todo
Demonstrar interesse pelo dia a dia escolar da criança e apoiá-la no momento da lição dará mais segurança para que ela realize as atividades. A ajuda, porém, deve ser dosada. Ficar o tempo todo ao lado dela pode fazer com que se sinta pressionada. Sente-se ao lado do seu filho, leia o enunciado e veja se ele está confiante para fazer a lição. Depois disso, saia de perto para que ele possa fazer com calma. Só não deixe de ficar próximo o suficiente para que ele encontre você no caso de alguma dúvida.

Não faça nada no lugar dela
Por mais ajuda que você queira dar, tome cuidado para não impedir que a criança se apodere de seu papel de estudante. Caso contrário, ela vai aprender que os pais sempre podem resolver as coisas por ela. Além disso, a professora não vai ter noção da evolução da criança.

Cuidado com as cobranças
Um pai que assume postura exigente pode criar traumas, frustração e ansiedade. Respeite o ritmo do seu filho e não se esqueça de que você está no papel de pai e não de professor. Uma atitude intransigente em relação à lição de casa pode fazer com que ele tenha dificuldade de distinguir esses dois papéis.

Erro? Não corrija
Já diz o ditado que é por meio dos erros que se chega ao acerto. Isso quer dizer que, se você perceber que seu filho errou uma palavra ou a resposta do exercício, o melhor que pode fazer por ele é dar elementos para a reflexão. Qual você acha que é a resposta certa? Você pesquisou em seu material? Acha que o que você fez está correto? Esses são alguns exemplos de frases que podem ser usadas nesse momento. Se o seu filho não conseguir perceber o erro, fique tranquilo. É papel do professor auxiliá-lo com a correção.
Por Andressa Basilio
Fonte: Revista Crescer

terça-feira, 7 de abril de 2015

Livro Primeiros Passos - Um Manual Simples Para o Ministério Bíblico Com Crianças

Olá amigos, tudo bem??
Trouxe essa dica maravilhosa de livro para pessoas que trabalham com Ministério Infantil. Na verdade ainda não acabei de ler, estou na metade, mas já estou apaixonada por ele. É uma obra essencial para quem trabalha com crianças na igreja.
Vale a pena adquirir, pois é um investimento para sua formação como professor ou líder do Departamento Infantil. Abaixo minha nota sobre a obra de Sam Doherty.
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MEU CONCEITO SOBRE O LIVRO
(  ) Mais ou menos 
(  ) Bom 
(  ) Ótimo 
() Excelente
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Fiquem com Deus!

Livro Para Educação Infantil Grafimania 1

Olá queridos(as)!
Esse livro é bem bacana no que diz respeito às atividades com grafismos. Para crianças que estão iniciando no mundo do tracejado, no manuseio do lápis, as atividades são interessantíssimas e podem, inclusive, serem explicadas através de historinhas. O livro é em espanhol.
Comprei esse livro pela loja online da Saraiva, mas confesso que tive uma dorzinha de cabeça e vou desabafar aqui. A compra foi feita em outubro de 2014; o livro chegou aqui no final de março deste ano (2015). Pois é, custou muito. 
A justificativa deles é que, por esse livro ser importado, não tinha em estoque. 
Aí eu faço a pergunta que não quer calar: Se não tem em estoque, por que fazem a venda no site?????? 
Reclamei isso no atendimento online, mas a pessoa não respondeu. Enquanto isso, o site continua vendendo um livro, que provavelmente não está em estoque!
Bom, o importante é que chegou. Bem amassado, mas chegou. Uma falta de respeito aos clientes dos Correios não é mesmo?! 
Nossas coisas compradas online, quando não chegam quebradas, chegam rachadas ou amassadas, ou nem chegam.
Que desrespeito!!!!

Lembrancinha de Páscoa Cristã - Potinho de Doces

Olá genteeeeeee!!! Como vocês estão?!
Essa será a lembrancinha da minha igreja, mas não farei os bracinhos e as perninhas da ovelha, pois não vou ter tempo para isso, uma vez que o Culto Infantil de Páscoa é nesse próximo sábado e tenho muita coisa para resolver. Postei anteriormente uma cestinha em EVA; nela tem todos os moldes dessa ovelha fofa, é só imprimir (acesse aqui).
Mas vamos ao passo-a-passo:
- Para desenhar no EVA, posicione a cabeça como na imagem; assim você economiza material. Não sei onde vocês moram, mas aqui na minha cidade, o EVA não é barato, por isso preciso economizar.
- Usei esse potinho de 350 ml.
- Monte a ovelha. Para fazer os braços e as pernas usei corda para varal, mas você pode usar tiras de EVA finas nos tamanhos corretos. Cole as patinhas e cole no corpo.
Braços - 6 cm
Pernas - 10 cm
- Os olhos podem ser desenhados. Nas bochechas use blush ou sombra para olhos na cor rosa.
Nossa ovelha ficará assim:
- É só colar na tampa do potinho, enchê-lo de doces e pronto. Está pronta a lembrancinha de Páscoa.
Espero que gostem. Foi feito com muito amor e carinho! Deixem seus comentários. Vou amar ler e responder.
Fiquem com Deus!

Lembrancinha de Páscoa Cristã - Cestinha de Doces

Olá meus queridos, tudo bem?
A Páscoa acabou de terminar, no entanto em muitas escolas e igrejas ela ainda não foi comemorada. É o caso da minha escola e da minha igreja. A Páscoa da minha escola será no final do mês e essa cestinha será a lembrancinha; porém não será um cordeiro que vai enfeitá-la.
Por mim seria!
A Páscoa das crianças na minha igreja será nesse próximo sábado e a lembrancinha será um pouquinho diferente dessa da foto, mas a ovelha é a mesma. Breve posto tudo direitinho. Vi essa sugestão fofa com uma colega e pedi o molde de tudo para postar aqui.
Desenhe no EVA usando palito de churrasco. Essa técnica é ótima porque não deixa marca de lápis ou caneta no EVA. Cole as laterais, uma na outra, até que a cestinha fique "inteira".
 
Tentei fazer com cartolina ondulada, mas não fica legal. Ela amassa rápido e a lembrancinha não vai ficar bacana. Use mesmo o EVA. Veja na foto abaixo:
Usando os moldes da ovelha, monte-a e cole em uma das laterais. Você tem a opção de enfeitar mais a cestinha ou não. A alça, eu esqueci de desenhar no molde, mas não tem erro: recorte uma tira de EVA de 24 x 2,5cm.
molde
Informações sobre os moldes:
Para os elementos dessa cestinha use somente: a cestinha, o corpo, a cabeça e o cabelo;
Os quatro lados da cestinha são exatamente iguais;
Imprima o molde inteiro em folha A4.
Se você gostou e vai fazer, deixa um comentário que eu vou amar responder!!!
Fiquem com Deus